Tecnologia magnética alivia dores, reduz inflamações e acelera a cicatrização

A perda da densidade óssea é um processo silencioso que, na maioria das vezes, só é percebido quando ocorre uma fratura ou surge uma dor persistente. Em 2026, o avanço de recursos como a magnetoterapia (MAG-3) trouxe uma nova perspectiva para quem busca proteger o esqueleto, utilizando a tecnologia para estimular a regeneração natural das células dos ossos.

Diferente de tratamentos invasivos, essa técnica utiliza campos magnéticos para melhorar a oxigenação dos tecidos e facilitar a absorção de cálcio pelo organismo. É uma solução que se tornou comum para quem deseja envelhecer com segurança, garantindo que a osteoporose não limite a liberdade de movimento ou a realização de atividades simples do cotidiano.

Como a magnetoterapia MAG-3 funciona?

Embora o nome pareça complexo, a aplicação da magnetoterapia MAG-3 é simples e indolor. A tecnologia emite ondas eletromagnéticas que interagem com as células responsáveis pela formação óssea. Esse estímulo ajuda a “recarregar” o sistema celular, favorecendo a fixação de minerais essenciais que mantêm os ossos fortes e resistentes a impactos.

Ímãs posicionados nas costas de paciente para sessão de magnetoterapia
Ímãs posicionados nas costas de paciente para sessão de magnetoterapia – Créditos: depositphotos.com / microgen

O grande diferencial em 2026 é que essa tecnologia se tornou um recurso preventivo. Muitas pessoas utilizam as sessões para evitar que o desgaste ósseo avance, tratando o corpo antes mesmo que os primeiros sinais de fraqueza apareçam. É uma forma inteligente de usar a inovação a favor da longevidade, sem abrir mão do conforto.

A tecnologia como aliada no combate à osteoporose

A osteoporose atinge milhões de brasileiros, especialmente após os 50 anos, tornando os ossos porosos e quebradiços. O uso da magnetoterapia atua diretamente nesse problema, ajudando a equilibrar o processo de perda e ganho de massa óssea. Quando o corpo recebe esse estímulo magnético, a circulação local melhora, o que é fundamental para que os nutrientes cheguem onde são necessários.

Além de fortalecer a estrutura, essa tecnologia auxilia na redução de processos inflamatórios que muitas vezes acompanham o desgaste das articulações. Isso significa que, além de ossos mais resistentes, o usuário costuma sentir um alívio em dores crônicas, resultando em um corpo mais leve e disposto para enfrentar a rotina.

3 benefícios reais de manter os ossos protegidos pela tecnologia

Investir em prevenção tecnológica traz resultados que vão além dos exames de imagem. Quando a densidade óssea está em dia, a qualidade de vida melhora de forma geral. Veja como a proteção do esqueleto impacta a vida real:

Diferenças na postura com ossos fortes
Diferenças na postura com ossos fortes – Créditos: depositphotos.com / undrey
  • Menor risco de fraturas: Ossos mais densos suportam melhor pequenos tombos ou batidas comuns do dia a dia.
  • Mais estabilidade corporal: A estrutura firme permite que a musculatura trabalhe melhor, melhorando o equilíbrio e a postura.
  • Recuperação acelerada: Caso ocorra alguma lesão, um corpo que utiliza estímulos como a magnetoterapia tende a se regenerar mais rápido.

O futuro da saúde óssea ao alcance de todos

Em 2026, a tendência é que o cuidado com o corpo seja cada vez mais focado na preservação da função. A magnetoterapia MAG-3 é um exemplo de como a ciência pode ser amigável e acessível, oferecendo um suporte extra para o sistema esquelético de forma silenciosa e eficaz.

E são estes benefícios que você terá na Clínica Avanttos ao procurar esta tecnologia:

Cuidar da saúde dos ossos hoje é garantir que, nos próximos anos, a sua autonomia continue intacta. Seja para viajar, caminhar no parque ou realizar tarefas em casa, ter uma estrutura óssea confiável é a base para uma vida plena. A tecnologia está aqui para facilitar esse processo, tornando o fortalecimento do corpo uma tarefa simples e integrada à vida moderna.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

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Pequenas doses destes movimentos salvam sua autonomia após os 60 anos; você irá agradecer

Manter a disposição para realizar as tarefas do dia a dia, como ir ao mercado ou cuidar da casa, é uma prioridade para quem já passou dos 60 anos. O hábito dos 30 minutos ativos surge como uma alternativa realista e muito eficaz para quem deseja fugir de rotinas de exercícios exaustivas, focando no que realmente importa: a autonomia para se movimentar sem depender de ninguém.

Esse comportamento consiste basicamente em não deixar o corpo parado por longos períodos, distribuindo pequenos esforços físicos durante a jornada diária. Em 2026, essa prática se consolidou como a forma mais acessível de proteger a massa muscular e garantir que o equilíbrio e a agilidade continuem presentes, evitando aquela sensação de “corpo pesado” que o sedentarismo costuma trazer.

O que significa ter 30 minutos ativos no seu dia?

Muitas pessoas acreditam que, para ter saúde, é obrigatório frequentar uma academia por horas. No entanto, o hábito dos 30 minutos ativos propõe algo muito mais simples e adaptável. A ideia é somar meia hora de movimento real durante o dia, seja caminhando em um ritmo um pouco mais acelerado, subindo alguns degraus de escada ou até mesmo realizando movimentos de alongamento enquanto a comida fica pronta.

Fracionar esse tempo em três blocos de dez minutos, por exemplo, torna a meta muito mais fácil de ser batida. Quando você decide caminhar até a padaria em vez de ir de carro, ou opta por dar algumas voltas no quintal logo cedo, seu corpo recebe um estímulo de circulação sanguínea e ativação muscular que faz toda a diferença para as articulações no longo prazo.

A diferença entre “treinar” e não deixar o corpo enferrujar

Existe uma diferença clara entre o treinamento de atletas e o movimento focado em qualidade de vida. Para quem busca manter a independência após os 60, o objetivo principal não é levantar grandes cargas, mas sim garantir que os músculos das pernas e das costas tenham força suficiente para sustentar o peso do corpo com segurança.

Mulher subindo escadas para se exercitar
Mulher subindo escadas para se exercitar – Créditos: depositphotos.com / jerryb7

O corpo humano funciona à base de estímulos. Se passamos o dia inteiro sentados em frente à televisão ou ao celular, o organismo entende que não precisa gastar energia mantendo os músculos firmes. Ao adotar o hábito dos 30 minutos ativos, você envia um sinal contrário: o de que está pronto para o movimento. Isso evita o enfraquecimento precoce e mantém a densidade óssea em níveis mais saudáveis.

Pequenas mudanças que devolvem a firmeza no passo

Muitas vezes, o medo de cair ou de sentir dor acaba afastando as pessoas do movimento, criando um ciclo vicioso de fraqueza. No entanto, são justamente as atividades comuns que ajudam a recuperar a confiança. Quando você pratica o movimento fracionado, o seu cérebro melhora a percepção do próprio corpo, o que chamamos de equilíbrio dinâmico.

Caminhar sobre diferentes superfícies, como o gramado do parque ou o piso de casa, ajuda a treinar os pés e os tornozelos para reagirem a qualquer desnível. Essa firmeza no passo é o que garante que uma pessoa de 60 anos ou mais possa viajar, passear com animais de estimação e realizar seus hobbies favoritos sem a preocupação constante com a própria fragilidade.

Como incluir o movimento na rotina sem mudar tudo

A beleza do hábito dos 30 minutos ativos é que ele se molda à sua vida, e não o contrário. Não é preciso comprar roupas especiais ou equipamentos caros. O movimento está nas escolhas simples que fazemos ao longo das 24 horas do dia. Veja como é possível atingir essa meta de forma natural em 2026:

  • Manhã: Dez minutos de caminhada leve logo após acordar para despertar as articulações.
  • Tarde: Pequenos movimentos de sentar e levantar da cadeira ou subir um lance de escadas.
  • Noite: Uma volta curta após o jantar para auxiliar na digestão e relaxar o corpo para o sono.

Veja a importância deste exercício com o dr.robertomundim:

Ao tornar o movimento algo comum, como escovar os dentes, a resistência física aumenta naturalmente. Com o passar das semanas, você perceberá que o cansaço que sentia ao subir uma ladeira ou carregar uma sacola diminuiu consideravelmente, provando que o corpo ainda tem uma enorme capacidade de se adaptar e fortalecer.

Independência é o maior benefício do futuro

Chegar aos 70, 80 ou 90 anos com a capacidade de se vestir, tomar banho e caminhar sozinho é o maior luxo que a saúde pode proporcionar. O hábito dos 30 minutos ativos é o investimento mais barato e rentável para garantir esse cenário. Manter a massa magra e a flexibilidade não é uma questão de estética, mas de liberdade individual.

Especialista Responsável

Dra. Célia Sandrini

Fisioterapeuta chefe na Clínica Avanttos, especialista em reabilitação e tratamentos personalizados em Curitiba.

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Como “resetar” o sistema nervoso de quem vive sob estresse constante

O estresse crônico deixou de ser apenas um estado mental para se tornar uma epidemia física que altera o funcionamento do sistema nervoso em milhões de brasileiros em 2026. Na Avanttos, a osteopatia é aplicada como uma ciência de reequilíbrio, focada em “resetar” o organismo que permanece em estado de alerta constante, promovendo uma regulação profunda da saúde de forma natural.

Viver sob pressão constante sobrecarrega o Eixo Hipotálamo-Pituitária-Adrenal (HPA), resultando em sintomas que muitas vezes são ignorados, como insônia, má digestão e dores musculares difusas. O tratamento convencional muitas vezes falha por não olhar para a conexão entre a estrutura física e a regulação do sistema nervoso autônomo.

O impacto do estresse no Sistema Nervoso Autônomo

Nosso corpo possui dois sistemas principais que deveriam trabalhar em harmonia: o Simpático (luta ou fuga) e o Parassimpático (descanso e digestão). Em quem vive sob estresse, o sistema simpático nunca “desliga”, mantendo os níveis de cortisol e adrenalina perigosamente altos durante todo o dia.

Mulher cobrindo o roto sob situação de estresse
Mulher cobrindo o roto sob situação de estresse – Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

Essa desregulação contrai as fáscias, diminui a mobilidade dos órgãos e gera bloqueios articulares. A osteopatia atua justamente na modulação desses sistemas, estimulando o nervo vago e outras estruturas-chave para que o corpo recupere sua capacidade de relaxar e se autorregular.

Veja com o odirley.rigoti e fisioclinicanr sobre os benefícios da osteopatia:

5 sinais de que seu sistema nervoso precisa de um “reset” osteopático

Muitas vezes, o corpo dá sinais claros antes de uma crise grave de burnout. Se você apresenta dois ou mais destes sintomas, sua saúde pode estar em risco:

  1. Cansaço ao acordar: Sensação de que o sono não foi reparador.
  2. Problemas digestivos: Refluxo, constipação ou distensão abdominal frequente.
  3. Tensão constante nos ombros: A sensação de “carregar o mundo” no trapézio.
  4. Brain Fog: Dificuldade de concentração e raciocínio lento.
  5. Irritabilidade súbita: Pequenos problemas geram reações emocionais desproporcionais.

Benefícios de longo prazo

A osteopatia é uma ferramenta de alta performance. Um sistema nervoso equilibrado resulta em uma recuperação muscular mais rápida, melhor qualidade de sono e maior clareza mental para a tomada de decisões.

Especialista Responsável

Dra. Célia Sandrini

Fisioterapeuta chefe na Clínica Avanttos, especialista em reabilitação e tratamentos personalizados em Curitiba.

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3 alongamentos dinâmicos indispensáveis antes de entrar em quadra

Preparar o corpo para a intensidade de uma partida de beach tennis, vôlei ou tênis exige mais do que apenas esticar os braços por alguns segundos. Os alongamentos dinâmicos são movimentos controlados que preparam o sistema nervoso e os tecidos musculares para a explosão física, aumentando a temperatura corporal e a amplitude de movimento de forma segura.

O aquecimento estático (parado) em muitos casos é substituído pela mobilidade ativa, que reduz o risco de estiramentos e melhora o desempenho imediato. Ao realizar esses exercícios, você envia oxigênio para as fibras musculares e “acorda” os sensores de equilíbrio, fundamentais para quem joga em terrenos instáveis como a areia.

Por que o alongamento dinâmico é superior ao estático no aquecimento?

Antigamente, acreditava-se que ficar parado esticando o músculo era a melhor forma de prevenir lesões. No entanto, estudos de fisiologia do exercício mostram que o alongamento estático antes do esporte pode reduzir temporariamente a força muscular. Já o alongamento dinâmico mimetiza os gestos esportivos, lubrificando as articulações e preparando os tendões para a carga.

Ao realizar movimentos repetitivos e fluidos, você melhora a viscosidade do líquido sinovial nas articulações, como joelhos e ombros. Isso funciona como um óleo lubrificante em um motor: diminui o atrito e permite que a engrenagem do seu corpo funcione sem travamentos durante um “smash” ou uma corrida lateral.

Os 3 movimentos indispensáveis para o seu aquecimento

Para garantir uma proteção eficiente, foque em exercícios que trabalhem as grandes cadeias musculares e as articulações mais exigidas em quadra:

Os 3 alongamentos indispensáveis para quem se exercita em quadras
Os 3 alongamentos indispensáveis para quem se exercita em quadras
  • Balanço de pernas (Leg Swings): Apoie-se em uma rede ou poste e balance uma perna para frente e para trás de forma controlada, e depois lateralmente. Isso libera os flexores do quadril e prepara os glúteos para os deslocamentos rápidos.
  • Caminhada com joelho ao peito (Knee Hugs): A cada passo, puxe um joelho contra o peito por um segundo enquanto fica na ponta do pé da outra perna. Esse movimento ativa o equilíbrio e alonga a região lombar e os glúteos.
  • Circundução de braços com rotação de tronco: Gire os braços em círculos amplos enquanto rotaciona levemente o tronco. É essencial para esportes de raquete, pois prepara o manguito rotador e a coluna torácica para os movimentos de rotação e potência.

Como incluir a mobilidade na sua rotina de treinos

O ideal é dedicar entre 5 a 10 minutos para esses movimentos logo antes de iniciar a partida. Comece com amplitudes menores e aumente o alcance do movimento conforme sente o corpo aquecer. Lembre-se que o objetivo não é chegar à exaustão, mas sim sinalizar ao cérebro que a atividade intensa vai começar, garantindo que a frequência cardíaca suba de forma gradual.

A consistência na realização desses alongamentos cria uma “memória de proteção” no corpo. Com o tempo, você perceberá que sua agilidade em quadra melhora e que as dores chatas no dia seguinte aos jogos diminuem drasticamente, permitindo uma rotina esportiva muito mais longeva.

Confira uma rotina de mobilidade no canal Isa Ferreira:

Quando procurar a Clínica Avanttos de Fisioterapia para uma avaliação

Se mesmo realizando o aquecimento você sente fisgadas frequentes, sensação de fraqueza ou dor persistente após os jogos, é fundamental buscar uma análise biomecânica. Na Clínica Avanttos de Fisioterapia, os especialistas utilizam protocolos de avaliação funcional para identificar se há encurtamentos ou desequilíbrios que podem levar a lesões graves no futuro.

A equipe da Clínica Avanttos trabalha com foco na prevenção e na performance, ajustando sua mobilidade para que o seu corpo suporte a carga do esporte sem sofrer danos. Ao menor sinal de desconforto que não cede com o repouso, agende uma consulta para garantir que sua única preocupação em quadra seja o placar do jogo.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

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Seu corpo produz um ácido e essa tecnologia da fisioterapia ajuda a removê-lo

Sempre que você realiza um esforço físico de alta intensidade, seu organismo produz ácido lático como subproduto da queima de glicose. Embora seja uma fonte de energia temporária, o acúmulo desse “ácido” nos músculos gera aquela sensação de queimação, fadiga e queda de performance. Para atletas e praticantes de atividades físicas, o desafio é remover esses resíduos o mais rápido possível para permitir a volta aos treinos.

A boa notícia é que a fisioterapia moderna já conta com tecnologias de ponta, como o sistema Globus 3S, que utiliza a eletroestimulação sequencial para “bombear” esses resíduos para fora do tecido muscular. Ao contrário dos aparelhos convencionais, essa técnica mimetiza a contração natural das veias, acelerando o processo de recuperação de forma segura e indolor.

O que é o ácido lático e por que ele causa fadiga muscular?

O ácido lático é um composto produzido quando o corpo quebra carboidratos para gerar energia em condições de baixo oxigênio. O acúmulo de íons de hidrogênio (que acompanham o lactato) altera o pH do músculo, interferindo na contração das fibras e causando a famosa “falha”.

Embora o corpo consiga remover esse excesso naturalmente, em treinos de alto rendimento — como CrossFit, corridas de longa distância ou musculação pesada — a taxa de produção supera a de eliminação. É nesse momento que a dor muscular tardia e o cansaço extremo se instalam, exigindo intervenções de fisioterapia esportiva para otimizar a regeneração tecidual.

O doutorbakarat explica um pouco mais sobre este fenômeno:

Tecnologia Globus 3S: A revolução da eletroestimulação sequencial

A tecnologia Globus 3S (Serial Sequential Stimulation) é um divisor de águas na reabilitação e no esporte. Diferente da eletroestimulação comum, que contrai o músculo de forma estática, o sistema sequencial gera uma onda de pressão que começa na extremidade do membro e sobe em direção ao coração.

Essa “onda” funciona como uma verdadeira drenagem linfática mecânica, empurrando o sangue venoso e o ácido lático acumulado para os canais de eliminação.

Como a fisioterapia utiliza a eletroestimulação para remoção de resíduos

A aplicação da tecnologia Globus 3S na rotina de treinos permite que o atleta recupere a potência muscular em um tempo muito menor. O tratamento foca em três pilares principais: melhora da microcirculação, relaxamento das fibras musculares e transporte de metabólitos.

Paciente em terapia de eletroestimulação
Paciente em terapia de eletroestimulação – Créditos: depositphotos.com / Dimid_86
  1. Drenagem Ativa: O estímulo elétrico sequencial facilita o retorno venoso, reduzindo edemas e o inchaço pós-treino.
  2. Oxigenação: Ao remover o “lixo metabólico”, o espaço é aberto para a chegada de sangue rico em oxigênio e nutrientes.
  3. Prevenção de Lesões: Músculos menos fadigados estão menos propensos a estiramentos e compensações biomecânicas perigosas.

Quando procurar a Clínica Avanttos de Fisioterapia para otimizar sua performance

Se você sente que sua recuperação está lenta, apresenta dores constantes ou percebe que o rendimento estagnou, é o momento de buscar suporte especializado. Na Clínica Avanttos de Fisioterapia, você encontra a tecnologia Globus 3S integrada a um protocolo de recovery completo, desenhado especificamente para o seu perfil biotipo e modalidade esportiva.

A equipe da Clínica Avanttos utiliza a eletroestimulação não apenas para tratar dores, mas como uma ferramenta estratégica de performance e prevenção. Ao notar sinais de sobrecarga muscular ou dificuldade em manter o ritmo de treinos, uma avaliação biomecânica na clínica pode identificar onde estão os gargalos do seu corpo, garantindo que você utilize a melhor tecnologia disponível no mercado para alcançar seus objetivos com saúde.

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Vai se exercitar na areia? Não vá sem preparar os joelhos para a areia

Praticar esportes como beach tennis, futevôlei ou vôlei de praia é uma excelente forma de queimar calorias e socializar, mas exige muito dos seus joelhos. A areia, por ser um terreno instável e altamente deformável, obriga os músculos estabilizadores a trabalharem em dobro para manter o equilíbrio, o que pode gerar sobrecarga se o corpo não estiver preparado.

Especialistas em fisioterapia esportiva alertam que o retorno súbito às quadras de areia sem um período de transição é a principal causa de inflamações e entorses. Para garantir que sua diversão não termine em uma consulta médica, é fundamental focar no fortalecimento muscular e na propriocepção antes de aumentar a intensidade das partidas.

Por que a areia é um desafio para a articulação do joelho?

Diferente do asfalto ou da quadra de saibro, a areia não oferece uma base firme. Cada passo gera uma micro-oscilação que deve ser corrigida instantaneamente pelo quadríceps, pelos glúteos e pelos ligamentos.

Raquetes de badminton
Raquetes de badminton – Créditos: depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy

Essa instabilidade constante testa a capacidade do seu cérebro de reconhecer a posição da articulação (propriocepção). Se os músculos não reagem rápido o suficiente, o impacto é absorvido diretamente pela cartilagem e pelos meniscos, o que pode levar a quadros de dor crônica e instabilidade articular.

5 exercícios fundamentais para o preparo

Para “acostumar” o joelho, o foco deve ser em exercícios que simulem a instabilidade e fortaleçam os tecidos de suporte. Confira os movimentos mais recomendados por especialistas:

  1. Agachamento Isométrico na Parede: Encoste as costas na parede e desça até os joelhos formarem 90 graus. Mantenha por 45 segundos para fortalecer o quadríceps sem impacto.
  2. Equilíbrio Unipodal: Fique em um pé só em uma superfície levemente macia (como um tapete dobrado) por 1 minuto. Isso treina os ligamentos estabilizadores do joelho e tornozelo.
  3. Afundo (Lunge) com Passada Lateral: Simula os movimentos laterais típicos do beach tennis, preparando o joelho para mudanças bruscas de direção.
  4. Elevação de Panturrilha: Fortalecer o “coração da perna” ajuda na absorção de impacto e na propulsão durante os saltos na areia.
  5. Ponte para Glúteos: O glúteo forte é o maior protetor do joelho, pois evita que a articulação “caia” para dentro (valgo dinâmico) durante a corrida.

Como fazer a transição gradual para a quadra de areia

Não tente jogar duas horas seguidas no primeiro dia. A recomendação da fisioterapia é começar com treinos de 30 a 40 minutos em dias alternados. Nos primeiros treinos, prefira a areia molhada ou mais batida, que oferece mais estabilidade e menos risco de torção do que a areia fofa de fundo de quadra.

Além disso, o aquecimento articular antes da partida é inegociável. Movimentos circulares no quadril e tornozelos, além de trotes leves na beira da quadra, avisam ao sistema nervoso que a atividade intensa vai começar. O uso de meias de areia também pode ajudar iniciantes a terem mais tração e proteção contra o calor do solo.

Quando procurar um especialista?

Ao notar sintomas graves como inchaço persistente após os jogos, sensação de “travamento” ou fisgadas agudas que impedem o agachamento, é hora de interromper a atividade. Na Clínica Avanttos de Fisioterapia, os profissionais utilizam tecnologia de ponta para avaliar desequilíbrios musculares e corrigir a mecânica do seu movimento.

A equipe da Clínica Avanttos é especializada em reabilitação para atletas de todos os níveis, oferecendo protocolos que aceleram a cicatrização de tendões e fortalecem o joelho de forma estratégica. Buscar ajuda especializada ao primeiro sinal de dor impede que uma lesão simples se torne uma limitação permanente, garantindo que você volte às quadras com segurança máxima.

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“Dor de cotovelo” existe e se chama Epicondilite: saiba como tratar o seu braço

Sentir uma queimação ou fisgada na lateral do braço ao realizar tarefas simples, como segurar uma xícara ou digitar, pode ser sinal de epicondilite lateral. Conhecida popularmente como dor de cotovelo, essa condição atinge cerca de 3% da população e é causada por microlesões nos tendões que conectam os músculos do antebraço ao osso.

O problema é frequente em quem realiza movimentos repetitivos, seja no trabalho de escritório ou em atividades esportivas. Sem o tratamento adequado, a inflamação pode evoluir para um desgaste degenerativo, limitando a força e a mobilidade.

O que é a epicondilite e quais são os sintomas principais?

A epicondilite é uma condição dolorosa que afeta os tendões da região externa (lateral) ou interna (medial) do cotovelo.

Homem tratando epicondilite em clínica de fisioterapia
Homem tratando epicondilite em clínica de fisioterapia – Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Os sintomas costumam surgir de forma gradual. No início, o paciente sente apenas um desconforto após o esforço, mas com o tempo, a dor de cotovelo torna-se constante, dificultando até o sono. A sensibilidade ao toque no epicôndilo (a proeminência óssea lateral) é o sinal clínico mais característico da patologia.

Causas comuns: do uso do mouse à prática de esportes

Diferente do que o nome “cotovelo de tenista” sugere, a maioria dos casos ocorre em profissionais que utilizam excessivamente o computador ou ferramentas manuais. O uso prolongado do mouse sem apoio adequado e a digitação contínua mantêm os extensores do punho sob tensão, gerando fadiga nos tecidos.

Além dos fatores ocupacionais, a falta de ergonomia e o sedentarismo contribuem para o enfraquecimento muscular. Quando os músculos do antebraço estão fracos, o tendão absorve toda a carga do movimento, o que acelera o processo inflamatório e a dor crônica.

Três exercícios para aliviar a tensão nos tendões em casa

O tratamento conservador foca na redução da sobrecarga. Além de aplicar gelo no local por 15 minutos, realizar alongamentos suaves ajuda a oxigenar os tecidos e reduzir a pressão articular.

  • Alongamento de Extensores: Estique o braço com a palma da mão para baixo e, com a outra mão, puxe o punho para baixo suavemente.
  • Alongamento de Flexores: Com o braço esticado e a palma da mão voltada para a frente (como um sinal de pare), puxe os dedos em direção ao corpo.
  • Fortalecimento com Toalha: Enrole uma toalha e faça movimentos de torção lentos, fortalecendo a musculatura do antebraço sem impacto.

O Dr. Robson Sitta explica mais sobre alguns movimentos para este caso:

Quando procurar um especialista na Clínica Avanttos de Fisioterapia

Se a dor persistir por mais de uma semana ou se houver perda de força para segurar objetos, é fundamental buscar uma avaliação profissional. Na Clínica Avanttos de Fisioterapia, os pacientes contam com protocolos personalizados que vão além do alívio sintomático, focando na causa raiz da lesão.

Os especialistas da Clínica Avanttos utilizam técnicas avançadas, como a terapia manual e a reeducação biomecânica, para garantir que a epicondilite não retorne. Ignorar os sinais do corpo pode transformar uma inflamação simples em uma lesão de difícil recuperação, por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento fisioterapêutico são essenciais para manter a qualidade de vida.

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Adiar as sessões de fisioterapia e se automedicar para a dor, pode afetar o cérebro

Quando você ignora uma lesão persistente ou adia o início da fisioterapia, o seu cérebro não permanece estático; ele inicia um processo de neuroplasticidade mal-adaptativa. Basicamente, o sistema nervoso central “aprende” a sentir dor, criando caminhos neurais que mantêm a sensação de desconforto ativa, mesmo que o dano físico inicial já tenha sido parcialmente curado.

O hábito perigoso da automedicação apenas silencia os sinais de alerta do corpo, permitindo que essa “memória da dor” se consolide nas áreas corticais.

A “memória da dor” e a sensibilização do sistema nervoso central

A ciência da neurociência explica que, ao adiar o tratamento, ocorre um fenômeno chamado sensibilização central. Os neurônios responsáveis por transmitir sinais de dor tornam-se mais eficientes em sua função, disparando com estímulos cada vez menores. É como se o alarme do seu corpo ficasse “travado” na posição ligado, enviando mensagens de perigo constantes ao cérebro.

Representação 3D de anatomia de cérebro humano
Representação 3D de anatomia de cérebro humano – Créditos: depositphotos.com / magicmine

Essa mudança estrutural faz com que atividades comuns, que antes eram indolores, passem a ser percebidas como ameaças pelo organismo. O tratamento fisioterapêutico precoce atua justamente na “dessensibilização” desses circuitos, utilizando estímulos motores controlados para reeducar o sistema nervoso e restaurar a percepção correta de segurança e movimento.

Os riscos invisíveis da automedicação

Muitos pacientes acreditam que estão resolvendo o problema ao ingerir analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria. No entanto, a automedicação apenas remove o sintoma visual, enquanto a causa biomecânica continua a desgastar as articulações e tecidos. Isso engana o cérebro, que deixa de proteger a área lesionada, levando a danos estruturais muito mais graves no longo prazo.

Pessoa se automedicando
Pessoa se automedicando – Créditos: depositphotos.com / EVER STOCK

Além disso, o uso indiscriminado de fármacos pode causar efeitos colaterais sistêmicos e gerar uma dependência psicológica da “pílula mágica”. O papel do fisioterapeuta é identificar a origem mecânica do problema, tratando a raiz da questão e ensinando o paciente a gerenciar sua saúde sem a necessidade de intervenções químicas constantes que apenas postergam o tratamento real.

Como o movimento orientado reconecta os circuitos do bem-estar

A fisioterapia moderna utiliza o movimento como o principal agente de cura neural. Quando realizamos exercícios terapêuticos, o cérebro libera substâncias como endorfina e dopamina, que agem como analgésicos naturais. Esse processo ajuda a “limpar” as conexões neurais da dor e substitui-las por sinais de prazer e competência motora, melhorando a saúde mental do paciente.

A prática guiada por um profissional garante que o sistema motor seja desafiado na medida certa. Sem o risco de sobrecarga, o cérebro volta a registrar que o movimento é seguro, reduzindo a ansiedade e o medo — sentimentos que, comprovadamente, amplificam a percepção dolorosa no córtex pré-frontal.

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Como a Corrente Australiana “ensina” os músculos do corpo a sustentarem a sua postura

Muitas pessoas tentam manter a coluna ereta durante o trabalho, mas desistem após poucos minutos porque sentem que os músculos das costas estão “fracos” ou simplesmente não obedecem. Esse cansaço postural ocorre porque os músculos estabilizadores, responsáveis por nos manter em pé, perdem a capacidade de ativação correta devido ao sedentarismo e ao uso excessivo de dispositivos móveis.

Para resolver esse “curto-circuito” muscular, a fisioterapia utiliza a Corrente Australiana. Diferente de um estímulo elétrico comum, essa tecnologia atua como um instrutor neuromuscular, enviando impulsos que “ensinam” as fibras musculares a permanecerem ativas por mais tempo. O resultado é uma postura sustentada de forma natural, sem que você precise se policiar a cada segundo.

O que é a Corrente Australiana e como ela atua no corpo?

A Corrente Australiana é uma modalidade de eletroestimulação de média frequência (4.000 Hz) que é modulada em “bursts” (rajadas) de curta duração. Essa característica permite que a corrente penetre profundamente nos tecidos sem causar o desconforto ou a sensação de “choque” agressivo comum em aparelhos mais antigos.

Terapia eletroestimulante
Terapia eletroestimulante – Créditos: depositphotos.com / javiindy

Ao atingir as fibras motoras, a tecnologia promove uma contração muscular vigorosa e sincronizada. Esse estímulo se mostra fundamental para o recrutamento de unidades motoras que estavam inativas, ajudando a combater a atrofia por desuso e a fadiga muscular crônica que desaba a sua postura ao longo do dia.

O processo de reeducação: Como os músculos “aprendem” a nova postura

O termo “ensinar” é usado na fisioterapia para descrever a reeducação neuromuscular. Quando o corpo recebe o estímulo da Corrente Australiana, o sistema nervoso central recebe um feedback constante sobre como aquele músculo deve se contrair e se comportar.

  • Memória Muscular: O estímulo repetido ajuda o cérebro a “mapear” novamente os músculos eretores da coluna e do core.
  • Aumento do Tônus: A corrente fortalece a musculatura profunda, que é a verdadeira responsável por segurar o esqueleto no lugar.
  • Redução da Inibição: Muitas vezes, a dor “desliga” o músculo; a eletroestimulação ajuda a quebrar esse ciclo, permitindo que o músculo volte a trabalhar.

Benefícios da Corrente Australiana além da estética

Embora uma postura ereta melhore a aparência e a confiança, os benefícios técnicos da Corrente Australiana vão muito além. Ao fortalecer a base de sustentação do tronco, o paciente experimenta uma redução drástica nas dores lombares e cervicais, além de melhorar a capacidade respiratória, já que o diafragma tem mais espaço para se movimentar.

Além disso, por possuir frequências que auxiliam na drenagem linfática, essa tecnologia também ajuda a reduzir o inchaço e a melhorar a circulação sanguínea local. É uma ferramenta completa que une fortalecimento muscular e recuperação tecidual em uma única sessão.

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Já ouviu aquele zumbido no ouvido? Saiba como identificar se você pode ter disfunção da ATM

Muitas pessoas convivem anos com um zumbido no ouvido persistente ou estalos ao bocejar sem saber que a origem do problema não está na audição, mas na ATM (Articulação Temporomandibular). Essa articulação, que liga a mandíbula ao crânio, é uma das mais complexas do corpo e, quando apresenta disfunção (DTM), pode afetar diretamente os canais auditivos e a musculatura da face.

A boa notícia é que a fisioterapia especializada tem se mostrado uma das formas mais eficazes de tratar essa condição sem a necessidade de intervenções invasivas. Ao equilibrar a tensão muscular e devolver a mobilidade correta à mandíbula, é possível eliminar tanto os ruídos quanto as dores de cabeça frequentes que acompanham o quadro.

O que é a disfunção da ATM e por que ela afeta o ouvido?

A ATM está localizada logo à frente do conduto auditivo. Por estarem tão próximos, qualquer inflamação ou desalinhamento na articulação pode pressionar estruturas do ouvido médio ou afetar os nervos compartilhados entre a mandíbula e a audição. Segundo este documento da a Academia Americana de Dor Orofacial, a disfunção da ATM é uma das causas secundárias mais comuns de zumbido no ouvido.

Senhor de idade sofrendo com incômodos nos ouvidos
Senhor de idade sofrendo com incômodos nos ouvidos – Créditos: depositphotos.com / aliced

Além do zumbido, a disfunção da ATM pode causar a sensação de “ouvido tapado” ou plenitude auricular. Isso ocorre porque os músculos da mastigação, quando excessivamente tensos (comum em casos de bruxismo), podem afetar a trompa de Eustáquio, prejudicando a regulação da pressão no ouvido.

Principais sintomas que indicam problemas na mandíbula

Nem sempre a dor é o primeiro sinal. Muitas vezes, o corpo envia alertas sutis através de ruídos e limitações de movimento. Fique atento aos seguintes sintomas:

  • Estalos ou cliques: Ruídos ao abrir a boca, comer ou falar.
  • Limitação de abertura: Sentir que a mandíbula “trava” ou não abre totalmente.
  • Dores de cabeça: Especialmente nas têmporas, muitas vezes confundidas com enxaqueca.
  • Dor facial e cervical: Tensão que irradia para o pescoço e ombros.
  • Desgaste dentário: Sinais de que você range os dentes durante o sono.

A Taciana Drumond, especialista em reabilitação oral, ilustra mais sobre como os sintomas são identificáveis a seguir:

O papel da fisioterapia no tratamento da disfunção da ATM

O tratamento fisioterapêutico para a ATM foca na reabilitação funcional. O especialista utiliza uma combinação de técnicas manuais e exercícios de coordenação para relaxar a musculatura “sequestrada” pelo estresse ou por hábitos posturais inadequados.

  • Terapia Manual: Manobras intraorais (dentro da boca) e externas para liberar os músculos da mastigação e mobilizar a articulação.
  • Agulhamento a seco (Dry Needling): Utilizado para desativar pontos de gatilho que causam dor referida na face.
  • Reeducação Postural: Ajustes na postura cervical que influenciam diretamente o posicionamento da mandíbula.
  • Exercícios Terapêuticos: Movimentos guiados para fortalecer os músculos estabilizadores e evitar que o disco articular saia do lugar.

Serviços da Clínica Avanttos de Fisioterapia em Curitiba para você:

Quando procurar a Clínica Avanttos de Fisioterapia para tratar a ATM

Se você sente que sua mandíbula estala com frequência ou se o zumbido no ouvido não cede com tratamentos otorrinos convencionais, o acompanhamento especializado é indispensável. Na Clínica Avanttos de Fisioterapia, os pacientes passam por uma avaliação biomecânica rigorosa para identificar se a causa do problema é muscular, articular ou postural.

A equipe da Clínica Avanttos utiliza protocolos de última geração para devolver a qualidade de vida a quem sofre com as dores da DTM. Ao tratar a raiz do problema, é possível silenciar os ruídos auditivos e restaurar a liberdade de mastigar e falar sem desconforto. Não ignore os estalos do seu corpo; busque a ajuda de quem entende de movimento e reabilitação.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

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