5 cuidados para evitar lesões no tendão de Aquiles ao correr em ladeiras

Especialistas em fisioterapia esportiva detalham como o relevo da capital paranaense impacta as articulações e os ajustes biomecânicos necessários para proteger joelhos e tendões

Correr em Curitiba exige mais do que fôlego; exige estratégia biomecânica para vencer o relevo acidentado. O Parque Tingui, um dos favoritos da capital paranaense por suas subidas desafiadoras, é um cenário comum onde o entusiasmo do treino encontra o risco de sobrecarga. Sem o ajuste técnico correto, as ladeiras que fortalecem os músculos podem se tornar vilãs para o tendão de Aquiles e para a articulação patelofemoral.

A prevenção de lesões na corrida de rua começa no entendimento de como o corpo reage à inclinação. Quando o atleta sobe, a demanda sobre a cadeia posterior (panturrilhas e isquiotibiais) aumenta drasticamente, enquanto as descidas exigem um controle excêntrico rigoroso para absorver o impacto.

Por que as subidas do Parque Tingui são um desafio biomecânico?

O relevo do Parque Tingui impõe um estresse mecânico específico que difere de percursos planos. Nas subidas, o tornozelo trabalha em maior amplitude de dorsiflexão, o que tensiona a fáscia plantar e o tendão de Aquiles. Se o corredor já possui um encurtamento nessa região, o risco de desenvolver uma tendinopatia aumenta a cada quilômetro percorrido nas ladeiras.

Homem amarrando os cardaços dos seus tenis de corrida
Homem amarrando os cardaços dos seus tenis de corrida – Créditos: depositphotos.com / Ivanko1980

Além disso, a inclinação exige que o centro de gravidade seja deslocado. O erro comum de muitos corredores em Curitiba é tentar manter o tronco excessivamente ereto ou olhar para os pés durante a subida, o que desalinha a coluna e sobrecarrega a região lombar. A biomecânica eficiente pede uma inclinação leve do corpo inteiro a partir do tornozelo, otimizando a propulsão dos glúteos.

5 estratégias para proteger suas articulações nas ladeiras

Para transformar o treino em subida em um aliado do seu desempenho, alguns ajustes técnicos são fundamentais:

  • Aumento da cadência (passos curtos): Reduzir a amplitude da passada na subida diminui a fase de voo e, consequentemente, o impacto da aterrissagem. Isso protege o joelho de forças de cisalhamento excessivas.
  • Posicionamento do olhar: Mantenha o olhar no horizonte, cerca de 10 a 15 metros à frente. Isso ajuda a manter as vias aéreas livres e a postura da coluna cervical alinhada com o restante do tronco.
  • Controle excêntrico na descida: As descidas do Tingui são onde ocorrem as maiores sobrecarregas articulares. Evite o “overstriding” (aterrizar com o calcanhar muito à frente do corpo), que funciona como um freio brusco e gera impacto direto no menisco.
  • Fortalecimento preventivo: O corredor curitibano precisa de glúteos e core estáveis. Na rotina de fisioterapia esportiva, como a praticada na Avanttos, o foco em exercícios de estabilidade lateral ajuda a evitar que o joelho “caia” para dentro (valgo dinâmico) durante a subida.
  • Aquecimento específico para tornozelos: Antes de iniciar o percurso, realize mobilizações dinâmicas. Um tornozelo com boa mobilidade absorve melhor as irregularidades do terreno do parque.

O papel da fisioterapia na longevidade do corredor de rua

A busca por uma clínica de fisioterapia não deve ocorrer apenas quando a dor impede o treino. Em Curitiba, a tendência de “Prehab” (fisioterapia preventiva) tem crescido entre atletas amadores que frequentam parques como o Tingui e o Barigui. Identificar desequilíbrios musculares através de avaliações biomecânicas permite corrigir falhas de movimento antes que elas se tornem lesões instaladas.

Tratamentos modernos, como a liberação miofascial e o recovery pós-treino, são ferramentas que aceleram a recuperação do tecido muscular submetido ao estresse das subidas. Na Clínica Avanttos, por exemplo, o acompanhamento é focado em manter o atleta em movimento, ajustando a carga de treino ao invés de simplesmente prescrever o repouso absoluto, garantindo que o corredor não perca sua evolução técnica.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

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Tecnologia que regenera os tecidos sem precisar de cirurgia já é realidade nesta clínica de fisioterapia

Diferente do que o nome sugere, a Terapia de Ondas de Choque (TOC) não envolve eletricidade, mas sim impulsos acústicos de alta intensidade que penetram nos tecidos lesionados. Na fisioterapia moderna, essa tecnologia é considerada a última fronteira antes de procedimentos cirúrgicos para patologias crônicas.

É um tratamento não invasivo que utiliza ondas de pressão acústica para estimular o processo de cura natural do corpo. É amplamente utilizado para eliminar calcificações e tratar dores crônicas que não respondem à fisioterapia convencional.

Como a TOC atua na inflamação crônica

O principal diferencial das Ondas de Choque é a capacidade de transformar uma inflamação crônica (estagnada) em uma inflamação aguda controlada. Isso “reinicia” o processo de cura do organismo, sendo altamente eficaz para pacientes que sofrem com dor no calcanhar ou epicondilite lateral.

Mulher em sessão de Terapia de Ondas de Choque
Experimente o uso de ondas acústicas de alta energia para tratar tendinites e esporões – Créditos: depositphotos.com / [email protected]

Principais indicações clínicas na Avanttos

O tratamento é padrão ouro para diversas patologias musculoesqueléticas. Entre as mais comuns atendidas em nossa unidade em Curitiba, destacam-se:

  • Fascite Plantar e Esporão: Redução imediata da pressão mecânica no calcanhar.
  • Tendinopatias de Ombro: Especialmente as calcificadas, onde as ondas ajudam a reabsorver o cálcio.
  • Bursite Trocantérica: Alívio da dor lateral no quadril para atletas e idosos.
  • Síndrome Dolorosa Miofascial: Inativação de pontos-gatilho (trigger points) profundos.

Avaliação tecnológica com Baiobit

Antes de iniciar as sessões de TOC, os pacientes da Clínica Avanttos passam por uma análise cinemática com o sistema Baiobit. Essa tecnologia italiana permite medir com precisão milimétrica o ganho de amplitude de movimento a cada sessão, garantindo que o tratamento seja baseado em dados reais de evolução.

Recuperação acelerada para atletas de Curitiba

Seja para corredores que treinam no Parque Barigui ou profissionais que frequentam as academias do Água Verde, a Terapia de Ondas de Choque oferece um retorno rápido às atividades.

Por ser um método seguro e não invasivo, o paciente sai da sessão caminhando e pode manter sua rotina com poucas restrições.

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5 sinais silenciosos de que sua postura no escritório está criando uma hérnia de disco

Sentir um leve incômodo nas costas ao final do expediente pode parecer comum, mas a hérnia de disco costuma enviar sinais discretos antes de se manifestar como uma dor aguda. Se você trabalha sentado por longas horas, sua coluna pode estar sofrendo uma compressão constante que acelera o desgaste dos discos intervertebrais.

Na Clínica Avanttos, nossos especialistas em fisioterapia utilizam a tecnologia da Mesa de Tração Lombar para reverter esse processo de forma segura. A intervenção precoce é a chave para evitar que uma simples tensão se transforme em uma lesão crônica.

O perigo da sobrecarga cervical

A inclinação excessiva da cabeça para ler documentos ou usar o celular sobrecarrega a cervical em até 27 kg. Esse esforço repetitivo altera a curvatura natural da coluna, gerando as famosas contraturas musculares que irradiam para os braços.

Homem com dores no pescoço
Fisioterapeutas da Clínica Avanttos em Curitiba alertam para os riscos do sedentarismo corporativo em 2026 e explicam como a Mesa de Tração evita cirurgias

5 sinais de que sua coluna está em perigo

Identificar esses sintomas precocemente pode poupar meses de tratamento intensivo e repouso absoluto. Fique atento se você apresentar:

  • Formigamento nas extremidades: Sensação de “alfinetadas” nas mãos ou pés ao mudar de posição.
  • Perda de força súbita: Dificuldade em segurar objetos simples ou tropeços frequentes.
  • Dor que piora ao tossir: O aumento da pressão intra-abdominal reflete diretamente no disco inflamado.
  • Rigidez matinal persistente: Dificuldade para “despertar” o corpo logo ao sair da cama.
  • Queimação na perna: A famosa dor ciática, que desce pelo glúteo e indica compressão nervosa.

Como a Mesa de Tração Lombar resolve a compressão

Diferente das massagens relaxantes comuns, a Mesa de Tração aplica uma força controlada para criar um vácuo entre as vértebras. Esse mecanismo permite que o disco herniado retorne ao seu local de origem, aliviando a pressão sobre os nervos de forma imediata.

Fisioterapia moderna no Batel e Centro de Curitiba

Moradores de bairros como Batel, Água Verde e Centro Cívico encontram na Clínica Avanttos um centro de referência tecnológica. Unimos a terapia manual personalizada aos dados precisos do sistema Baiobit para garantir que seu tratamento seja focado na causa real da dor

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Projeto para quem tem mais de 50 anos evita quedas e devolve a autonomia do corpo

Para muitos idosos, o medo de cair torna-se uma barreira invisível que limita as saídas de casa e a convivência social. A Reabilitação Geriátrica surge como a solução definitiva para quebrar esse ciclo, oferecendo mais do que fisioterapia comum: um protocolo de treinamento focado em devolver a confiança e a funcionalidade perdida com o tempo.

Na Clínica Avanttos, entendemos que a autonomia é o bem mais precioso na maturidade. Por isso, desenvolvemos um método de atendimento onde cada exercício tem um propósito claro: proteger o corpo contra acidentes domésticos e fortalecer a estrutura necessária para uma vida ativa em 2026.

Por que a prevenção de quedas é o foco principal

As quedas são a principal causa de hospitalização em pessoas com mais de 65 anos. Além das lesões físicas, o impacto psicológico — o chamado “medo de cair de novo” — acelera o declínio funcional. A Reabilitação Geriátrica atua na raiz do problema, corrigindo desequilíbrios musculares e melhorando a resposta do corpo a obstáculos inesperados.

O trabalho realizado pelos especialistas da Avanttos envolve o treino de propriocepção, que é a capacidade do cérebro de reconhecer a posição do corpo no espaço. Isso garante que o idoso consiga reagir prontamente a um desnível na calçada ou a um piso escorregadio, evitando o acidente antes mesmo que ele ocorra.

Os diferenciais da Reabilitação Geriátrica na Clínica Avanttos

Diferente de abordagens genéricas, o serviço da Avanttos é baseado em uma avaliação multidimensional. Analisamos não apenas a força física, mas também a marcha, a visão e a segurança do ambiente onde o paciente vive. Esse olhar 360º permite criar um plano de fisioterapia especializada que realmente faz sentido para a rotina de cada indivíduo.

Senhora de idade com bengala sendo ajudada durante reabilitação pediátrica
Senhora de idade com bengala sendo ajudada durante reabilitação pediátrica – Créditos: depositphotos.com / TriangleProd

A clínica oferece um ambiente seguro e controlado, com equipamentos modernos que permitem o ganho de força sem sobrecarga articular. O acompanhamento é feito por profissionais que dominam as particularidades da fisiologia do envelhecimento, garantindo que cada sessão seja um degrau a mais rumo à independência total.

Como retomar a autonomia e a vida social

O objetivo final da Reabilitação Geriátrica é permitir que o idoso volte a realizar as atividades que ama. Seja viajar, brincar com os netos ou simplesmente caminhar pelo bairro, a segurança física é o alicerce para a saúde mental e a felicidade na terceira idade.

Benefícios imediatos do programa Avanttos

Ao investir em um programa de reabilitação focado em resultados, o paciente e sua família ganham tranquilidade. Na Clínica Avanttos, o foco é transformar o processo de envelhecimento em uma jornada de possibilidades, onde a prevenção é a ferramenta mais poderosa para uma longevidade com qualidade de vida.

  • Melhora do equilíbrio: Redução drástica da instabilidade ao caminhar e ao levantar.
  • Ganho de força funcional: Músculos mais preparados para as tarefas diárias, como subir escadas.
  • Confiança psicológica: O idoso volta a sentir-se seguro para circular em ambientes públicos.
  • Prevenção de fraturas: Ossos e articulações protegidos por uma musculatura forte e ativa.
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Musculação clínica vs. academia comum: a escolha que define sua mobilidade nos próximos 20 anos

Muitas pessoas acima dos 60 anos sentem-se intimidadas pelo ambiente das academias convencionais ou temem que o levantamento de pesos possa causar lesões. No entanto, a ciência é enfática: o treino de força clínico não é apenas uma opção, mas uma necessidade vital para garantir que o corpo continue funcional e livre de dores crônicas durante o envelhecimento.

Na clínica Avanttos, o foco do treinamento não é a estética de curto prazo, mas a construção de uma “reserva de saúde”. Enquanto a academia foca em carga e repetição, o ambiente clínico prioriza a biomecânica personalizada, ajustando cada movimento para proteger colunas, joelhos e quadris já desgastados pelo tempo.

Segurança e supervisão: o olhar do fisioterapeuta faz a diferença

A grande diferença entre a academia comum e o treino de força clínico reside na supervisão. Em uma academia, um instrutor cuida de dezenas de alunos simultaneamente. No ambiente clínico, o fisioterapeuta monitora cada execução, corrigindo desvios posturais que, se ignorados, poderiam evoluir para inflamações ou lesões graves.

Idoso fazendo treino de força clínico sob supervisão de profissional fisioterapeuta
O acompanhamento fisioterapêutico é o divisor de águas para quem busca força física sem arriscar a saúde das articulações – Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

Para quem possui condições como artrose, hérnia de disco ou osteoporose, essa atenção individualizada é o que permite o ganho de massa muscular com risco zero. O profissional entende as limitações patológicas do paciente e adapta o exercício para que ele seja terapêutico, e não agressivo.

Biomecânica aplicada: eficiência além do peso

O treino de força clínico utiliza equipamentos e métodos que respeitam os ângulos de conforto de cada articulação. Em vez de simplesmente “puxar peso”, o paciente aprende a ativar os músculos estabilizadores profundos. Isso gera uma melhora imediata no equilíbrio e na postura, reduzindo a sobrecarga nas costas durante as atividades do dia a dia.

Além disso, o foco dentro da clínica é que o idoso se sinta acolhido em um ambiente silencioso, sem músicas altas ou disputa por aparelhos. Esse fator psicológico é determinante para a aderência ao tratamento e para a continuidade dos resultados a longo prazo.

O impacto real na longevidade e autonomia

Treinar força em um ambiente especializado prepara o corpo para o que realmente importa: subir escadas sem cansar, carregar os netos no colo e caminhar com segurança. Segundo estudos de instituições de geriatria, a força muscular é o melhor preditor de longevidade, sendo mais importante que o condicionamento aeróbico para evitar a dependência física.

Idosa fazendo acompanhamento em clínica de fisioterapia
Idosa fazendo acompanhamento em clínica de fisioterapia – Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

A Avanttos defende que a musculação clínica é um investimento na liberdade futura. Ao escolher o acompanhamento profissional agora, o idoso evita cirurgias ortopédicas evitáveis e garante que sua mobilidade seja preservada por décadas, permitindo uma vida social ativa e independente.

Como escolher entre os dois modelos de treino?

  • Academia Comum: Recomendada para idosos que já possuem um histórico atlético consolidado, sem dores crônicas ou restrições de mobilidade importantes.
  • Treino de Força Clínico: Essencial para quem tem dores articulares, histórico de quedas, diagnóstico de sarcopenia ou para quem nunca praticou exercícios e precisa de segurança total.
  • Frequência Ideal: Para resultados clínicos na terceira idade, recomenda-se a prática de 2 a 3 vezes por semana, com foco em progressão de carga monitorada por especialistas.
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A tecnologia da fisioterapia que aumenta a imunidade e energia na terceira idade

A laserterapia ILIB (Intravascular Laser Irradiation of Blood) consolidou-se como uma das ferramentas mais eficazes para idosos que buscam recuperar a vitalidade e proteger o sistema imunológico. O método consiste na aplicação de um laser de baixa intensidade sobre a artéria radial, promovendo uma varredura de radicais livres e melhorando a oxigenação em todo o corpo.

Na clínica Avanttos, o uso do ILIB é integrado aos protocolos de longevidade para potencializar os resultados físicos. Por ser uma técnica não invasiva e sem efeitos colaterais, ela se tornou a escolha preferencial para quem deseja envelhecer com menos dependência de fármacos e mais energia para as atividades diárias.

Como o “soro de luz” atua no fortalecimento do organismo

Apelidado carinhosamente de “soro de luz”, o ILIB atua diretamente na corrente sanguínea. A energia do laser é absorvida pelas células, estimulando a produção de enzimas antioxidantes. Segundo estudos de fotobiomodulação, esse processo ajuda a combater o estresse oxidativo, que é um dos principais aceleradores do envelhecimento celular.

Laserterapia com ILIB na Clínica Avanttos
Técnica indolor que utiliza luz para otimizar a circulação e proteger o organismo ganha destaque em clínicas de longevidade por seus efeitos antioxidantes

Para o público idoso, isso significa um sistema imunológico mais resiliente contra infecções e uma resposta inflamatória mais equilibrada. O resultado é um organismo mais preparado para enfrentar as mudanças sazonais e as agressões externas do dia a dia.

Benefícios do ILIB para a disposição e qualidade do sono

Além da imunidade, a laserterapia ILIB é amplamente utilizada para combater a fadiga crônica. Ao melhorar a reologia sanguínea — a fluidez do sangue nos vasos —, o oxigênio chega com mais facilidade aos órgãos vitais e ao cérebro, reduzindo aquela sensação de cansaço mental e físico ao final do dia.

Outro benefício relatado por pacientes da terceira idade é a melhora na qualidade do sono. A aplicação regular do laser ajuda na liberação de substâncias que regulam o ciclo circadiano, permitindo um descanso mais profundo e reparador, essencial para a regeneração muscular e cognitiva.

Por que o acompanhamento profissional é essencial na aplicação

Embora seja uma técnica simples e segura, a eficácia do ILIB depende da dosimetria correta e da frequência das sessões. O tempo de aplicação e a intensidade do laser devem ser ajustados conforme o histórico de saúde de cada paciente, especialmente para aqueles que possuem doenças crônicas como hipertensão ou diabetes.

Na Avanttos, a aplicação é feita por profissionais que compreendem a fisiologia do idoso, garantindo que o tratamento seja um aliado seguro para a longevidade. O uso da tecnologia, quando aliado ao conhecimento clínico, transforma-se em uma poderosa ferramenta de autonomia e bem-estar para quem já passou dos 60 anos.

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Cinco melhores locais para caminhada segura para idosos em Curitiba

Praticar caminhada para idosos em Curitiba exige mais do que apenas disposição; requer a escolha de locais com terreno regular e boa vigilância. A capital paranaense, embora famosa por seus parques, possui pontos específicos que se destacam pelo suporte à mobilidade sênior e à segurança articular.

Na clínica Avanttos, reforçamos que a caminhada ao ar livre é um excelente complemento para o fortalecimento clínico. No entanto, para que o exercício traga benefícios sem riscos, o ambiente deve oferecer suporte adequado, desde o tipo de pavimento até a presença de áreas de descanso sombreadas.

1. Jardim Botânico: o clássico da acessibilidade

O Jardim Botânico é um dos destinos favoritos por oferecer pistas de asfalto plano e bem conservado. A ausência de inclinações acentuadas torna o local ideal para idosos que estão retomando a rotina de exercícios ou que possuem alguma restrição leve de equilíbrio.

Jardim Botânico de Curitiba-PR
Jardim Botânico de Curitiba-PR Créditos: depositphotos.com / detanan

Além do cenário icônico, o parque conta com segurança constante e sanitários acessíveis próximos às trilhas principais. É o local perfeito para uma caminhada contemplativa matinal, onde o foco está na manutenção do ritmo e na oxigenação.

2. Parque Barigui: infraestrutura e movimento

Para quem prefere um ambiente mais dinâmico, o Parque Barigui oferece pistas compartilhadas, mas com sinalização clara. O diferencial aqui é a extensão das pistas planas ao redor do lago, permitindo um controle preciso da distância percorrida sem enfrentar degraus ou obstáculos.

Parque Barigui em Curitiba-PR
Parque Barigui em Curitiba-PR – Créditos: depositphotos.com / SonnyVermeer91

3. Parque Tingui: tranquilidade e solo firme

O Parque Tingui é a escolha ideal para o idoso que busca fugir do movimento intenso. Suas trilhas são rodeadas por vegetação densa, o que garante uma temperatura mais agradável mesmo em dias ensolarados, prevenindo o desgaste físico excessivo e a desidratação.

Paisagem do Parque Tingui em Curitiba-PR
Paisagem do Parque Tingui em Curitiba-PR – Wikimedia commons

4. Passeio Público: segurança no coração da cidade

Localizado no centro, o Passeio Público passou por revitalizações que melhoraram significativamente a pavimentação. Por ser um espaço menor e totalmente plano, é excelente para idosos que preferem caminhadas de curta duração com fácil acesso ao transporte e serviços.

Centro da capital paranaense Curitiba
Centro da capital paranaense Curitiba – Créditos: depositphotos.com / pedromoraesphotos

5. Parque Tanguá: para quem busca resistência

Embora possua alguns desníveis, o Parque Tanguá é recomendado para idosos com nível de condicionamento mais avançado. Suas áreas planas superiores oferecem uma das melhores vistas da cidade, servindo como um incentivo extra para a prática da atividade física regular.

Parque Tanguá em Curitiba-PR
Parque Tanguá em Curitiba-PR – Wikimedia Commons (Vitor Hirota)

Como a Avanttos prepara você para a caminhada

Muitos idosos sentem insegurança ao caminhar devido ao medo de quedas ou dores nos joelhos. Na Avanttos, desenvolvemos um trabalho de preparação física funcional que foca no fortalecimento dos tornozelos, joelhos e quadril.

Antes de ganhar os parques de Curitiba, realizamos uma avaliação da marcha e do equilíbrio. Assim, o idoso não apenas caminha, mas o faz com a técnica correta, garantindo que a atividade física seja um pilar de sua autonomia e longevidade.

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A forma de reverter a sarcopenia mesmo após os 50 anos e recuperar a força muscular

A sarcopenia é a perda progressiva e generalizada da massa muscular esquelética, tornando-se mais agressiva após os 50 anos. Embora seja um processo natural do envelhecimento, o ritmo acelerado dessa “perda silenciosa” pode comprometer a autonomia, mas médicos afirmam que é possível reverter a sarcopenia com as ferramentas certas.

Na clínica Avanttos, observamos que o foco na longevidade ativa começa pelo fortalecimento muscular preventivo. Compreender que o músculo é um órgão metabólico vital é o primeiro passo para transformar a saúde física e garantir décadas de vitalidade e segurança.

O que é a sarcopenia e por que ela acelera após os 50 anos

A partir da quinta década de vida, o corpo humano passa por mudanças hormonais e metabólicas que dificultam a manutenção das fibras musculares. A falta de estímulo adequado faz com que o tecido muscular seja substituído por tecido adiposo, reduzindo a força funcional.

Este processo é frequentemente negligenciado por ser indolor em seu estágio inicial. No entanto, a sarcopenia está diretamente ligada ao aumento do risco de quedas, fraturas e doenças metabólicas, como o diabetes tipo 2, já que os músculos são os maiores consumidores de glicose no organismo.

Sinais de alerta que você não deve ignorar

Identificar a perda muscular precocemente é fundamental para o sucesso do tratamento. Muitas vezes, a pessoa não perde peso na balança, mas percebe que tarefas simples, como carregar sacolas ou subir escadas, tornaram-se exaustivas.

Paciente idosa acompanhada por profissional geriatra
Paciente idosa acompanhada por profissional geriatra – Créditos: depositphotos.com / toa55

Os principais sintomas incluem a diminuição da velocidade de caminhada, perda de equilíbrio e uma sensação constante de fadiga. E o teste de força de preensão manual vem como um dos indicadores clínicos para diagnosticar o nível de comprometimento da saúde muscular.

Como reverter a sarcopenia com exercício de força clínico

O repouso é o maior inimigo de quem sofre com a perda de massa magra. A ciência moderna comprova que o treinamento de força (musculação) é o “padrão ouro” para estimular a síntese proteica muscular e recuperar a densidade perdida.

Diferente das academias convencionais, o acompanhamento na reabilitação geriátrica utiliza a biomecânica para proteger as articulações enquanto desafia os músculos. O foco não é a estética, mas a funcionalidade: treinar o corpo para manter-se firme, ágil e independente por muito mais tempo.

O papel estratégico da proteína e da nutrição

Não há construção de fibras sem a matéria-prima adequada. Para indivíduos acima dos 50 anos, a ingestão de proteínas de alto valor biológico precisa ser fracionada ao longo do dia para combater a resistência anabólica típica da idade.

Estudos de universidades como Harvard sugerem que a combinação de aminoácidos essenciais com vitamina D potencializa a resposta do músculo ao exercício. Consultar um especialista para ajustar esses níveis é um divisor de águas para quem busca reverter a sarcopenia de forma definitiva e segura.

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Pouca gente sabe diferenciar dor muscular de lesão

Quem começa a treinar com mais frequência costuma enfrentar um dilema comum: sentir dor após o exercício e não saber se isso é apenas adaptação muscular ou sinal de lesão. Esse desconforto pode surgir horas depois da atividade e gerar dúvidas sobre parar, insistir ou mudar o treino. Entender o que está acontecendo com o corpo ajuda a tomar decisões mais seguras.

A dor muscular tardia, conhecida pela sigla em inglês DOMS (Delayed Onset Muscle Soreness), é uma resposta típica ao esforço, especialmente quando a pessoa está iniciando ou aumentando a intensidade do treino. Já a dor causada por lesão tende a ter outra origem, outro padrão e pode exigir cuidados específicos, como repouso prolongado ou avaliação profissional.

Dor muscular tardia (DOMS): o que é e por que acontece?

dor muscular tardia aparece, em geral, entre 12 e 24 horas após o treino, atingindo o pico em torno de 24 a 72 horas. Ela costuma surgir depois de estímulos novos: aumento de carga, mudança de exercício, retorno às atividades após um período parado ou treinos com muitas contrações excêntricas (como descer o peso no agachamento ou no supino). Essa dor é resultado de microlesões nas fibras musculares, algo esperado no processo de adaptação.

Na DOMS, o desconforto é difuso, pega uma região inteira do músculo e aparece principalmente ao movimentá-lo ou ao tocar a área. É comum a pessoa sentir rigidez, sensação de “peso” ou de estar “travado”, mas ainda assim conseguir realizar as atividades do dia a dia. Em muitos casos, mexer o corpo com leveza, fazer alongamentos suaves e caminhar ajuda a diminuir a sensação de rigidez ao longo do dia.

Outro ponto importante é que, embora seja desconfortável, a dor muscular tardia tende a diminuir gradualmente com o passar dos dias e costuma ser menor quando o corpo se acostuma à rotina de treino. Isso explica por que quem começa atividade física sente mais dor nas primeiras semanas e, depois, passa a conviver com desconfortos mais leves, mesmo mantendo ou até aumentando a intensidade.

Quando a dor indica lesão e não apenas dor muscular pós-treino?

A palavra-chave neste tema é diferença entre DOMS e lesão. A lesão costuma apresentar um padrão de dor mais localizado, intenso e, muitas vezes, de início mais rápido. Em alguns casos, a dor surge durante o próprio exercício, como um “puxão”, “estalo” ou pontada bem definida. Além disso, pode aparecer inchaço, vermelhidão, calor local ou dificuldade clara para mover a articulação ou o músculo afetado.

Enquanto a dor muscular tardia melhora dia após dia, a dor de lesão tende a permanecer igual ou até piorar, especialmente quando a área é exigida novamente. Em casos de problemas em tendões, ligamentos ou articulações, a dor pode se manifestar mais ao início do movimento, ao descer escadas, correr, saltar ou girar uma articulação específica, como joelho, ombro ou tornozelo.

  • Dor de DOMS: difusa, bilateral muitas vezes (por exemplo, nas duas coxas), pior ao mexer, melhora com o tempo.
  • Dor de lesão: pontual, em um ponto específico, pode ter inchaço e limitação clara de movimento.
  • DOMS: aparece no dia seguinte ao treino e vai reduzindo em alguns dias.
  • Lesão: pode surgir na hora ou logo após a atividade e se manter por mais tempo, sem melhora consistente.

Como diferenciar DOMS de lesão na prática?

Na rotina de quem está treinando, alguns sinais ajudam a diferenciar dor muscular tardia de uma possível lesão esportiva. Observar a intensidade da dor, o momento em que ela aparece e como se comporta ao longo dos dias é um passo importante para interpretar o que o corpo está sinalizando.

  1. Local da dor: se o incômodo é amplo, pegando todo o músculo (como toda a coxa ou todo o peitoral), tende a ser DOMS. Se é um ponto bem definido, como na lateral do joelho ou em um ponto do ombro, a chance de lesão é maior.
  2. Momento em que começou: dores que aparecem só no dia seguinte ao treino costumam ser tardias. Dor súbita, durante o exercício, principalmente associada a sensação de estalo ou falha de força, levanta suspeita de lesão.
  3. Limitação funcional: DOMS causa incômodo, mas a pessoa ainda consegue se movimentar, mesmo com rigidez. Em lesões, pode haver dificuldade real para apoiar o pé, erguer o braço ou estender o joelho, por exemplo.
  4. Sinais visíveis: inchaço, hematomas, deformidade aparente ou aumento do calor local são sinais mais típicos de lesão muscular, ligamentar ou articular do que da dor tardia comum.
  5. Evolução com o tempo: se em 48 a 72 horas a dor muscular começa a reduzir, é compatível com DOMS. Se, após alguns dias, a dor segue igual ou pior, especialmente ao repetir o movimento, convém considerar avaliação profissional.

Como lidar com a dor após o treino sem piorar o quadro?

Independentemente de ser DOMS ou lesão, alguns cuidados básicos ajudam a proteger o corpo. Em caso de dor muscular tardia leve, costuma ser possível manter a rotina de treinos, ajustando a intensidade e evitando sobrecarregar exatamente a mesma região todos os dias. Alternar grupos musculares, respeitar o descanso e seguir um planejamento orientado por profissional de educação física diminui o risco de transformar um desconforto normal em problema maior.

Já quando há suspeita de lesão, a orientação mais segura é reduzir ou interromper temporariamente o estímulo que gera dor intensa, aplicar medidas simples como gelo nas primeiras 48 horas (quando indicado) e, principalmente, buscar avaliação de um fisioterapeuta ou médico do esporte. Persistência da dor, sensação de instabilidade articular, perda de força importante ou dor que acorda à noite são sinais de atenção.

Iniciantes, em especial, se beneficiam de uma progressão gradual de carga, aquecimento adequado e foco na técnica dos movimentos. Entender a diferença entre um desconforto esperado de adaptação e a dor de lesão permite manter o treino como aliado da saúde, sem ignorar alertas importantes do corpo.

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O aquecimento de 5 minutos que muda seu treino

Antes de iniciar qualquer treino, mesmo que curto, um Aquecimento Rápido e eficaz de 5 minutos ajuda o corpo a se preparar para o esforço. Em poucos minutos, é possível ativar a musculatura, elevar a temperatura corporal e ajustar a respiração, reduzindo o risco de desconfortos durante a atividade física. Esse cuidado é útil tanto para quem treina em casa quanto para quem pratica esportes ao ar livre ou na academia.

O aquecimento de 5 minutos é indicado para corridas leves, treinos de musculação, aulas coletivas e até caminhadas mais intensas. A ideia não é cansar, mas “acordar” o corpo, com movimentos simples, dinâmicos e fáceis de repetir. Quando bem planejado, esse preparo rápido melhora a mobilidade das articulações e deixa os movimentos principais do treino mais soltos e eficientes.

O que é um aquecimento rápido e por que ele é importante?

aquecimento rápido é uma sequência curta de exercícios que aumentam gradualmente a circulação sanguínea, a temperatura dos músculos e a frequência cardíaca. Em um protocolo de cerca de 5 minutos, o objetivo é ativar os principais grupos musculares que serão usados no treino, sem chegar ao cansaço intenso. Esse período breve já é suficiente para o corpo sair do estado de repouso e entrar em modo de atividade.

Aquecimento – Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

Fisicamente, o aquecimento antes do exercício ajuda a melhorar a elasticidade muscular, a coordenação motora e a amplitude dos movimentos. Com isso, gestos como agachar, correr, saltar ou empurrar cargas tendem a sair de forma mais controlada. Além disso, incluir esse hábito na rotina organiza mentalmente o início do treino, funcionando como uma transição entre as tarefas do dia e a prática esportiva.

Como fazer um aquecimento rápido e eficaz de 5 minutos?

Um aquecimento de 5 minutos pode ser dividido em blocos simples, alternando mobilidade articular e movimentos leves que envolvam o corpo todo. A seguir, um modelo que se adapta bem a diferentes tipos de treino, podendo ser ajustado conforme a intensidade da atividade principal.

  1. 1º minuto – Mobilidade das articulações
    Foco: pescoço, ombros, quadril e tornozelos.
    • Rotações de ombro para frente e para trás.
    • Inclinações suaves de pescoço para os lados.
    • Rotações de quadril em ambos os sentidos.
    • Giros de tornozelo, apoiando a ponta do pé no chão.
  2. 2º minuto – Caminhada ou trote leve no lugar
    Foco: elevar levemente a frequência cardíaca.
    Pode ser feita marcha estacionária, elevando pouco os joelhos, ou um trote leve no lugar, mantendo os braços em movimento ritmado.
  3. 3º minuto – Movimentos dinâmicos para pernas
    Foco: coxas, glúteos e quadril.
    • Agachamentos leves, sem carga, em ritmo confortável.
    • Elevação alternada de joelhos, sem impacto excessivo.
    • Passadas curtas à frente (lunge suave), alternando as pernas.
  4. 4º minuto – Ativação de tronco e braços
    Foco: peito, costas, ombros e região abdominal.
    • Polichinelos moderados ou abertura e fechamento de braços com passo lateral.
    • Rotações leves de tronco, girando o corpo de um lado para o outro.
    • Empurrar e puxar o ar com os braços, simulando movimentos de remo.
  5. 5º minuto – Ajuste do ritmo e respiração
    Foco: estabilizar o corpo para iniciar o treino principal.
    Pode-se voltar à marcha leve no lugar, acompanhada de inspirações profundas pelo nariz e expirações pela boca, mantendo a postura ereta e os ombros relaxados.

Quais cuidados tornam o aquecimento de 5 minutos mais seguro?

Para que o aquecimento rápido antes do exercício cumpra sua função, alguns cuidados básicos ajudam a evitar desconfortos. O primeiro é respeitar limites pessoais: a intensidade deve ser leve a moderada, permitindo conversar com certa facilidade, sem falta de ar intensa. A ideia é preparar, não esgotar.

Também é recomendável ajustar o aquecimento ao tipo de treino. Para atividades de corrida, é útil incluir mais movimentos de pernas e tornozelos; para musculação de membros superiores, vale reforçar a mobilidade de ombros e cotovelos. Outro ponto importante é o ambiente: em dias frios, um aquecimento de 5 minutos pode precisar de movimentos um pouco mais vigorosos para elevar a temperatura corporal; em dias muito quentes, é prudente manter a intensidade mais controlada e garantir hidratação adequada.

Exemplos de variações para diferentes tipos de treino

O mesmo aquecimento rápido pode ser adaptado conforme o objetivo do treino principal. Em treinos de força, por exemplo, muitas pessoas incluem séries iniciais com carga menor, consideradas uma extensão do aquecimento específico. Já em aulas de dança ou esportes coletivos, movimentos que imitam passos ou gestos da modalidade ajudam o corpo a entrar no ritmo certo.

  • Para corrida leve ou caminhada rápida: priorizar trote no lugar, elevação de joelhos e mobilidade de tornozelos.
  • Para musculação: incluir movimentos articulares específicos para as regiões que serão treinadas e séries iniciais com peso reduzido.
  • Para treinos em casa: combinar polichinelo moderado, agachamento leve e marcha estacionária, aproveitando o espaço disponível.

Com esses ajustes, o aquecimento rápido e eficaz de 5 minutos torna-se uma etapa simples e prática da rotina de exercícios, contribuindo para movimentos mais coordenados e um início de treino mais organizado e seguro.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

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