O músculo esquelético deixou de ser visto apenas como uma estrutura de locomoção para ser reconhecido como o maior órgão endócrino do corpo humano. O fortalecimento muscular nestes momentos, atua como uma ferramenta neuroprotetora capaz de combater o Alzheimer através da liberação de mensageiros químicos vitais.
Estudos recentes da Unicamp e de Harvard comprovam que o exercício resistido libera a irisina, um hormônio que atravessa a barreira hematoencefálica e estimula o BDNF. Essa proteína é essencial para a sobrevivência dos neurônios e para a plasticidade sináptica, mantendo o cérebro funcional e resistente ao declínio cognitivo natural do envelhecimento.
Como o hormônio atua contra a demência
A irisina, descoberta originalmente por pesquisadores de Harvard, é uma miocina secretada pelos músculos durante a contração intensa. Este hormônio atua diretamente no sistema nervoso central, reduzindo a neuroinflamação e combatendo o acúmulo de placas de proteína beta-amiloide, que são a marca registrada da Doença de Alzheimer.
Ao praticar exercícios de força, o corpo inicia uma cascata bioquímica que aumenta a produção do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF). Na prática, isso significa que o fortalecimento físico cria um ambiente químico que favorece o nascimento de novos neurônios e fortalece as conexões existentes, protegendo o hipocampo.

Estudo da Unicamp em 2025 comprova reversão de perda de memória
Uma pesquisa publicada pela Unicamp em março de 2025 trouxe dados revolucionários para a saúde cerebral. Idosos com comprometimento cognitivo leve que realizaram musculação supervisionada duas vezes por semana apresentaram não apenas a interrupção da atrofia cerebral, mas casos de remissão clínica da perda de memória.
Diferente do grupo sedentário, os praticantes de treinamento de força preservaram o volume de regiões críticas como o precuneus. Os cientistas reforçam que o músculo, ao funcionar como um órgão sinalizador, envia ordens para que o cérebro permaneça ativo e metabolicamente saudável, funcionando como uma “vacina” contra a degeneração.
Como a Clínica Avanttos personaliza seu treino para a saúde cerebral
Na Clínica Avanttos, entendemos que o exercício é o medicamento mais poderoso do século XXI. Nossos protocolos de fisioterapia avançada e treinamento resistido são desenhados para extrair o máximo potencial endócrino dos seus músculos, respeitando suas limitações individuais e focando na prevenção de doenças neurodegenerativas.
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Este artigo foi revisado por:
Dra Celia Sandrini
CREFITO 14.700F
Phd em Prevenção de Lesões


