Até há pouco tempo, o acesso a equipamentos de recovery profissional era um privilégio exclusivo de clubes de futebol de elite ou atletas olímpicos. Em 2026, essa barreira caiu. Tecnologias como o Globus 3S e as botas pneumáticas tornaram-se ferramentas essenciais para atletas amadores que desejam manter uma rotina de treinos exigente sem sofrer com o desgaste acumulado.
Estudos de fisiologia desportiva no PubMed mostram que o repouso passivo (apenas dormir ou ficar parado) pode não ser suficiente para quem treina mais de quatro vezes por semana. A utilização destas tecnologias ajuda o corpo a livrar-se de resíduos metabólicos de forma ativa, garantindo que o próximo treino seja realizado com a musculatura regenerada e protegida contra lesões.
Bota pneumática: o segredo da drenagem linfática mecânica
A bota pneumática funciona através de um sistema de compressão intermitente. Ela envolve as pernas e aplica pressão em ciclos sequenciais, de baixo para cima. Esse movimento simula uma “ordenha” das veias e vasos linfáticos, empurrando o sangue venoso de volta para o tronco e acelerando a eliminação do ácido lático.

Para quem pratica corrida, ciclismo ou CrossFit, o uso da bota por 20 minutos após o esforço reduz significativamente a sensação de pernas pesadas. Além de melhorar a circulação, a compressão ajuda a reduzir edemas (inchaços) microscópicos que causam aquela dor muscular persistente nos dias seguintes ao treino.
Globus 3S: eletroestimulação sequencial para regeneração profunda
O diferencial do Globus 3S (Serial Sequential Stimulation) em relação aos eletroestimuladores comuns é a sua capacidade de gerar ondas de contração profunda. Enquanto um aparelho padrão contrai o músculo de forma estática, o sistema 3S cria uma “onda” que percorre diferentes grupos musculares em sequência.
Essa tecnologia é especialmente eficaz na fisioterapia desportiva para o tratamento de contraturas e fadiga extrema. A estimulação sequencial promove uma microcirculação tão intensa que equivale a horas de massagem manual, mas com a precisão que só a tecnologia italiana da Globus consegue oferecer para a recuperação das fibras musculares.
Por que o recovery profissional é superior ao repouso comum
O grande erro do atleta amador é acreditar que a dor é o único sinal de que o treino funcionou. Na verdade, a dor crónica é um sinal de inflamação que pode levar à perda de rendimento. O recovery profissional atua na modulação dessa inflamação, permitindo que o tecido cicatrize de forma organizada e eficiente.
Ao utilizar estas tecnologias, o atleta consegue manter um volume de treino maior com menor risco de overtraining. A ciência por trás destes aparelhos foca na homeostase, ou seja, no retorno rápido do corpo ao seu estado de equilíbrio ideal, algo que o repouso passivo demora o dobro do tempo para alcançar.
Como integrar a tecnologia na sua rotina de performance
Não é necessário ser um profissional para beneficiar destes protocolos. Em centros avançados como a Clínica Avanttos, o uso da bota pneumática e do Globus 3S é integrado após avaliações biomecânicas. O segredo está na frequência: utilizar o recovery nos dias de treinos mais longos ou após competições garante a longevidade desportiva.
Saiba como nos encontrar:
Se o seu objetivo em 2026 é baixar o seu tempo numa maratona ou simplesmente treinar sem dores constantes, investir em sessões de tecnologia assistida é o caminho mais curto. A tecnologia de elite já não está nos bastidores das grandes ligas; ela está disponível para todos que levam a sério a sua saúde e performance física.
Este artigo foi revisado por:
Dra Celia Sandrini
CREFITO 14.700F
Phd em Prevenção de Lesões




