Sofrendo com tendinite no braço? Saiba como aliviar a dor antes que inflame

Sentir um incômodo persistente ou uma fisgada ao digitar, dirigir ou carregar pesos pode ser o sinal de alerta para a tendinite no braço. Em 2026, o foco dos tratamentos preventivos é agir na fase inicial da dor, impedindo que o processo inflamatório se torne crônico e limite os movimentos básicos do dia a dia.

Adotar pequenas pausas e ajustes na ergonomia são passos fundamentais que fisioterapeutas recomendam para quem busca alívio imediato e duradouro. Ignorar os primeiros sinais de fadiga muscular pode levar ao desgaste dos tendões, exigindo intervenções mais complexas e demoradas no futuro para recuperar a funcionalidade do membro.

Os primeiros sinais de que seu braço está entrando em um processo inflamatório

A tendinite surge quando os tendões — as estruturas que ligam os músculos aos ossos — sofrem uma sobrecarga repetitiva. O sintoma mais comum é uma dor localizada que piora com o movimento, mas também é possível notar calor na região, leve inchaço e uma sensação de fraqueza ao segurar objetos simples, como uma xícara ou o celular.

Sinais de tendinite no braço
Sinais de tendinite no braço – Créditos: depositphotos.com / toeytoey

Muitas vezes, a dor começa de forma sutil e desaparece após o repouso, o que leva muitas pessoas a ignorarem o problema. No entanto, em 2026, os profissionais de saúde alertam que a persistência desses sintomas indica que o corpo não está conseguindo se recuperar sozinho, sendo necessário intervir com técnicas de fisioterapia motora para evitar lesões mais sérias.

Estratégias práticas para aliviar a dor e proteger o tendão em casa

Para quem busca alívio rápido, a aplicação de crioterapia (gelo) por 15 minutos é uma das formas mais eficazes de controlar a fase aguda da dor. O gelo ajuda a reduzir a velocidade da condução nervosa da dor e diminui o processo inflamatório local, agindo como um analgésico natural sem os efeitos colaterais de medicamentos orais.

Moça sentada na sala cuidando de sua tendinite com método que alivia dor
Moça sentada na sala cuidando de sua tendinite com método que alivia dor

Além do gelo, a prática de mobilidade ativa leve é essencial. Em vez de alongamentos estáticos e fortes, que podem irritar ainda mais um tendão inflamado, prefira movimentos circulares e suaves com os punhos e ombros. Esse hábito ajuda a lubrificar a articulação e melhora a oxigenação dos tecidos, facilitando a regeneração natural das fibras em 2026.

Repouso nem sempre cura a tendinite

Diferente dos músculos, os tendões possuem pouca irrigação sanguínea, o que torna a sua recuperação naturalmente mais lenta. Quando você insiste no esforço mesmo com dor, as fibras sofrem “micro-rupturas” que o corpo tenta colar às pressas, criando um tecido cicatricial mais rígido e menos eficiente.

É por esse motivo que apenas “parar de mexer” nem sempre resolve o problema em 2026. O segredo está em combinar o descanso com estímulos corretos que forçam a chegada de sangue e nutrientes ao tendão. Sem essa ativação, a estrutura pode se tornar cronicamente frágil, voltando a doer assim que você retoma sua rotina de trabalho ou exercícios.

Tratamento em Curitiba para lesões que não cicatrizam normalmente com tecnologia de Ondas de Choque

O tratamento para lesões que não cicatrizam ganhou um reforço tecnológico que está mudando a vida de quem convive com feridas persistentes. A terapia por ondas de choque utiliza pulsos de energia para “acordar” a regeneração do corpo em locais onde o processo de cura simplesmente parou de acontecer.

Diferente do que o nome sugere, o aparelho não dá choques elétricos. Ele emite ondas de som potentes que penetram na pele para criar novos vasos de sangue e recuperar o tecido doente. É uma solução rápida e segura para quem busca evitar cirurgias e não quer mais depender de tantos remédios.

Como as ondas de choque ajudam o corpo a se curar sozinho

Muitas vezes, uma lesão se torna crônica porque a circulação de sangue naquela área é ruim. As ondas de choque resolvem isso provocando microestímulos que forçam o organismo a enviar nutrientes e células de defesa para o local. Em 2026, esse método é o mais procurado para resolver tendinites e dores no calcanhar que não passam.

Paciente passando por procedimento com ondas de choque em clínica de fisioterapia
Paciente passando por procedimento com ondas de choque em clínica de fisioterapia – Créditos: depositphotos.com / [email protected]

O procedimento é feito no próprio consultório e dura cerca de 20 minutos. O paciente sente apenas uma leve pressão no local e pode voltar para casa caminhando normalmente. Geralmente, com apenas três sessões já é possível notar uma melhora significativa na cicatrização e na redução da dor.

Vantagens para quem tem diabetes ou lesões de atleta

Para pessoas com diabetes, qualquer pequeno corte pode virar um grande problema. A tecnologia de ondas de choque ajuda a fechar essas feridas ao estimular a pele a se renovar mais rápido. Isso evita complicações graves e traz muito mais segurança para o dia a dia desses pacientes em Curitiba.

Já para os atletas da capital, o tratamento é um “atalho” seguro para voltar aos treinos. Ele ajuda a eliminar as famosas “calcificações” nos tendões e trata a fascite plantar (dor na sola do pé) sem a necessidade de repouso absoluto por meses. É eficiência aliada ao conforto do paciente.

Tratamento especializado na Clínica Avanttos de Fisioterapia em Curitiba

Se você busca o que há de mais moderno, a Clínica Avanttos de Fisioterapia em Curitiba é referência no uso dessa tecnologia. Com profissionais especializados, a clínica realiza uma avaliação detalhada para ajustar a intensidade das ondas conforme a necessidade de cada lesão, garantindo um tratamento humanizado e preciso. Veja abaixo uma breve explicação sobre o Thork

Localizada em uma região de fácil acesso na capital, a Clínica Avanttos oferece o suporte necessário para quem deseja recuperar a mobilidade e a qualidade de vida. Se você tem uma lesão que insiste em não fechar ou uma dor que não passa, agendar uma consulta é o primeiro passo para uma cura definitiva em 2026.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

A causa do seu problema pode não estar justamente onde dói no corpo

A Osteopatia e a Terapia Manual partem do princípio de que o corpo humano é uma unidade interdependente, onde uma dor na coluna lombar pode, na verdade, ter origem em uma restrição de movimento no tornozelo ou até em tensões viscerais.

Ao investigar a “causa primária” em vez de apenas silenciar o sintoma com analgésicos, o fisioterapeuta consegue oferecer um alívio muito mais duradouro. Essa abordagem sistêmica é o que diferencia uma recuperação paliativa de uma cura real e definitiva para disfunções musculoesqueléticas.

O que é a Osteopatia e como ela enxerga o seu corpo

A Osteopatia é uma metodologia de diagnóstico e tratamento que utiliza as mãos para intervir em tecidos, articulações e órgãos. O foco não é apenas a estrutura óssea, mas sim a relação entre a estrutura e a função: se uma parte do corpo não se move bem, outra terá que trabalhar em excesso para compensar, gerando a dor.

Fisioterapeuta analisando paciente em centro de reabilitação
Fisioterapeuta analisando paciente em centro de reabilitação – Créditos: depositphotos.com / serezniy

A diferença entre aliviar o sintoma e curar a origem

A Terapia Manual utiliza técnicas como mobilizações e manipulações precisas para “zerar” as compensações que o corpo criou ao longo dos anos. Por exemplo, uma cefaleia constante pode ser o resultado de uma tensão na base do crânio causada por uma má postura sentada, e tratar apenas a cabeça não resolverá o problema se a mecânica do pescoço não for ajustada.

Benefícios de um tratamento sistêmico e integrado

Ao optar por uma abordagem que une Osteopatia e técnicas manuais avançadas, o paciente experimenta benefícios que vão além da ausência de dor:

  • Melhora da mobilidade global: O corpo volta a se mover de forma fluida e sem “travas”.
  • Redução da dependência química: Menos necessidade de anti-inflamatórios e relaxantes musculares.
  • Prevenção de novas lesões: Ao corrigir a causa, evita-se que outras articulações sejam sobrecarregadas no futuro.

Se você convive com uma dor que “vai e vem” ou que parece não ter explicação nos exames de imagem comuns, a resposta pode estar em um desequilíbrio funcional que apenas uma visão especializada consegue detectar. Tratar a causa é o caminho mais curto para retomar sua rotina com liberdade e bem-estar.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

A forma correta de resolver o seu problema de dores de cabeça que nem o remédio dava conta

Acordar com a mandíbula pesada, sentir o pescoço travado ao longo do dia e terminar a tarde com uma dor de cabeça persistente é a realidade de milhares de pessoas em 2025. Esse conjunto de sintomas, frequentemente chamado de “combo do estresse”, possui uma explicação física clara: a sobrecarga neuromuscular que conecta a face à coluna cervical.

Muitos pacientes tentam resolver esses problemas de forma isolada, tratando a cabeça com analgésicos e a mandíbula com placas de mordida. No entanto, especialistas em fisioterapia bucomaxilofacial alertam que, sem abordar a tensão cervical, o ciclo de dor dificilmente será interrompido de forma definitiva.

A conexão biológica entre a ATM e o pescoço

A Articulação Temporomandibular (ATM) e a região cervical alta compartilham as mesmas vias nervosas no tronco cerebral. Isso significa que uma disfunção na mandíbula pode “irradiar” dor para o pescoço e vice-versa. Quando você passa por períodos de estresse, o corpo tende a tensionar a musculatura mastigatória, gerando o bruxismo de vigília (apertar os dentes enquanto acordado).

Essa tensão constante não ataca apenas os dentes; ela sobrecarrega os músculos que sustentam a cabeça, resultando na famosa cefaleia tensional. É um efeito dominó onde o sistema nervoso central interpreta a fadiga muscular como um sinal de alerta de dor contínua.

Por que a dor de cabeça tem origem na cervical

Estudos indicam que grande parte das cefaleias diagnosticadas hoje são, na verdade, de origem cervicogênica. Ou seja, a dor que você sente nas têmporas ou atrás dos olhos é um reflexo de vértebras ou músculos do pescoço que estão desalinhados ou excessivamente rígidos devido à má postura ou ao estresse emocional.

Homem deitado na cama com crise de dor de cabeça
Homem deitado na cama com crise de dor de cabeça – Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

O uso excessivo de dispositivos móveis, somado à ansiedade do cotidiano, cria o cenário perfeito para que os nervos da região cervical fiquem hipersensibilizados. O resultado é aquela sensação de “capacete apertado” que não passa apenas com repouso.

Como a fisioterapia quebra o ciclo da dor

Diferente de uma abordagem paliativa, a fisioterapia especializada utiliza técnicas avançadas para desativar os pontos de gatilho (trigger points) que causam a dor referida. O tratamento moderno para o “combo do estresse” envolve:

  • Liberação Miofascial: Para relaxar os tecidos profundos da face e do pescoço.
  • Mobilização Articular: Para devolver o movimento natural às vértebras cervicais.
  • Exercícios de Biofeedback: Para ensinar o paciente a relaxar a mandíbula durante o dia.

Entender que o seu corpo funciona como uma unidade é o primeiro passo para se livrar da dependência de remédios. Ao tratar a causa raiz — a tensão integrada — você não apenas elimina a dor de cabeça, mas devolve a funcionalidade ao seu sistema musculoesquelético.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

O que acontece no momento de avaliação no consultório de fisioterapia com tecnologia Baiobit

Muitos pacientes chegam ao consultório de fisioterapia frustrados por tratamentos anteriores que focavam apenas no alívio sintomático e passageiro. A introdução da tecnologia Baiobit em 2025 mudou esse cenário ao permitir uma avaliação biomecânica de alta precisão, capturando dados que o olho humano, por mais treinado que seja, não consegue detectar sozinho.

Ao realizar este exame, você deixa de lado o diagnóstico baseado em suposições para adotar uma estratégia fundamentada em dados reais. Entenda agora como funciona o fluxo completo, desde o primeiro contato com o sensor até a entrega do seu plano de tratamento personalizado e focado em resultados duradouros.

O que é o Baiobit e como ele funciona na primeira consulta

O Baiobit é um sistema de sensores wearable (vestíveis) de última geração, utilizado mundialmente para a análise do movimento humano. Durante a sua avaliação inicial, o fisioterapeuta fixa o dispositivo em pontos estratégicos do corpo para medir, com precisão milimétrica, como as suas articulações e músculos se comportam em tempo real durante os testes.

Paciente passando por exame com tecnologia Baiobit
Paciente passando por exame com tecnologia Baiobit

Testes de movimento: o que o sensor analisa no seu corpo

Diferente de uma observação visual subjetiva, o Baiobit realiza testes validados cientificamente que geram métricas objetivas. O sistema avalia desde a sua marcha (forma de caminhar) e o seu equilíbrio postural, até a amplitude de movimento da coluna cervical e lombar, comparando os seus resultados com padrões ideais de saúde.

Transformando gráficos em resultados: o plano de tratamento

Após a coleta dos dados, o especialista analisa os relatórios e gráficos gerados para identificar compensações biomecânicas. Se você sente dor no joelho, por exemplo, o sensor pode revelar que a causa real é uma falta de controle no quadril. Com esta informação, o seu plano de tratamento é desenhado para atacar a origem do problema, e não apenas o local da dor.

Por que a precisão tecnológica acelera a sua cura

A grande vantagem de utilizar o Baiobit é a transparência e a eficácia. Além de um diagnóstico mais rápido, o paciente consegue visualizar a sua própria evolução a cada reavaliação. Comparar os gráficos de melhora aumenta a confiança no processo terapêutico e garante que a intervenção da fisioterapia seja ajustada conforme o seu corpo responde aos estímulos.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

Por que costumamos sentir mais dores quando o tempo está frio?

Muitos moradores de Curitiba já sentem o impacto das baixas temperaturas na mobilidade diária. O clima frio do Paraná e outras regiões no sul, intensifica a percepção de dores crônicas devido à vasoconstrição e ao aumento da viscosidade do líquido sinovial, o “lubrificante” das nossas juntas.

Se você convive com desconfortos persistentes, entender como o clima da capital paranaense afeta sua biologia é essencial para manter a qualidade de vida. Adotar medidas preventivas agora pode evitar que o inverno de 2025 seja marcado por limitações físicas e uso excessivo de medicamentos.

Por que o clima frio agrava as dores crônicas

O corpo humano reage ao frio intenso de Curitiba priorizando o aquecimento dos órgãos vitais. Para isso, o organismo realiza a vasoconstrição periférica, reduzindo o fluxo sanguíneo para as extremidades e tecidos moles, como músculos e tendões.

Pessoa sofrendo com dores no joelho
Pessoa sofrendo com dores no joelho – Créditos: depositphotos.com / b.zyczynski

Essa redução na circulação sanguínea deixa as estruturas mais rígidas e menos oxigenadas. Além disso, as terminações nervosas tornam-se mais sensíveis, o que explica por que aquela antiga lesão ou a artrose incomodam muito mais quando os termômetros despencam.

Como se proteger e manter a mobilidade no frio

Para enfrentar o inverno paranaense sem travar, a fisioterapia recomenda uma abordagem multifatorial:

  • Camadas inteligentes: Mantenha as articulações (especialmente joelhos e tornozelos) aquecidas com o uso de roupas térmicas, evitando o resfriamento direto da pele.
  • Movimento “anti-ferrugem”: Mesmo nos dias mais gelados, evite o sedentarismo. Praticar 15 minutos de mobilidade articular pela manhã ajuda a “aquecer” o líquido sinovial.
  • Hidratação constante: No frio, tendemos a beber menos água, o que prejudica a hidratação dos discos intervertebrais e das cartilagens.

A importância da fisioterapia preventiva

Buscar o suporte de um fisioterapeuta em Curitiba antes das crises agudas é a estratégia mais inteligente. Técnicas como a terapia manual e a osteopatia ajudam a manter o fluxo sanguíneo adequado e a liberdade de movimento, preparando o corpo para suportar as variações térmicas sem entrar em colapso.

Se você sente que seu corpo “prevê o tempo” através da dor, saiba que isso é um sinal de que sua reserva funcional está baixa e precisa de atenção especializada.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

A dor aumentando na hora de dormir tem uma explicação e pouca gente sabe

Muitas pessoas relatam que o desconforto nos joelhos, ombros ou coluna atinge o pico justamente na hora de dormir. De acordo com a fisiologia humana, esse fenômeno não é coincidência: ele está diretamente ligado ao ciclo do cortisol, o hormônio responsável por controlar a inflamação no nosso organismo.

Entender como o seu relógio biológico influencia a percepção da dor é o primeiro passo para ajustar sua rotina e garantir um descanso reparador, sem a interrupção de crises agudas.

O papel do cortisol na modulação da dor

O cortisol segue um ritmo circadiano: ele atinge o pico pela manhã, para nos dar energia, e cai drasticamente durante a noite. Como esse hormônio possui uma forte ação anti-inflamatória, sua redução natural no período noturno permite que mediadores químicos da inflamação fiquem mais ativos nas articulações.

Essa oscilação hormonal explica por que uma lesão ou condição crônica, como a artrite ou a tendinite, parece “acordar” assim que você se deita.

Por que a percepção sensorial aumenta no escuro

Além da química hormonal, o fator neurológico desempenha um papel crucial. Durante o dia, o cérebro está ocupado com estímulos visuais, sonoros e motores (o chamado “ruído de fundo”). À noite, na ausência dessas distrações, o sistema nervoso central foca toda a atenção nos sinais enviados pelos receptores de dor.

Mulher sentindo desconforto na hora de dormir
Mulher sentindo desconforto na hora de dormir – Créditos: depositphotos.com / RostyslavOleksin

Para quem sofre de dor crônica, o silêncio do quarto acaba funcionando como um amplificador para o desconforto que estava “escondido” durante a correria do dia.

Estratégias para aliviar o desconforto noturno

Para minimizar o impacto da queda do cortisol e melhorar a qualidade do sono, fisioterapeutas recomendam algumas medidas práticas:

  • Higiene térmica: O uso de compressas mornas antes de deitar ajuda a relaxar a musculatura e melhorar a circulação local.
  • Posicionamento estratégico: O uso de travesseiros entre os joelhos ou sob a lombar reduz a pressão mecânica nas articulações.
  • Movimentação leve: Alongamentos de baixa intensidade antes de dormir podem ajudar a “limpar” o excesso de resíduos inflamatórios acumulados.

Se a dor persistir, a avaliação de um especialista em fisioterapia é essencial para identificar se o problema é puramente inflamatório ou se há uma falha biomecânica que precisa de correção.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

Antes eram só atletas que tinham acesso, agora você também pode ter as tecnologias de recuperação de elite

Até há pouco tempo, o acesso a equipamentos de recovery profissional era um privilégio exclusivo de clubes de futebol de elite ou atletas olímpicos. Em 2026, essa barreira caiu. Tecnologias como o Globus 3S e as botas pneumáticas tornaram-se ferramentas essenciais para atletas amadores que desejam manter uma rotina de treinos exigente sem sofrer com o desgaste acumulado.

Estudos de fisiologia desportiva no PubMed mostram que o repouso passivo (apenas dormir ou ficar parado) pode não ser suficiente para quem treina mais de quatro vezes por semana. A utilização destas tecnologias ajuda o corpo a livrar-se de resíduos metabólicos de forma ativa, garantindo que o próximo treino seja realizado com a musculatura regenerada e protegida contra lesões.

Bota pneumática: o segredo da drenagem linfática mecânica

A bota pneumática funciona através de um sistema de compressão intermitente. Ela envolve as pernas e aplica pressão em ciclos sequenciais, de baixo para cima. Esse movimento simula uma “ordenha” das veias e vasos linfáticos, empurrando o sangue venoso de volta para o tronco e acelerando a eliminação do ácido lático.

Moça utilizando botas pneumáticas
Equipamentos de compressão e eletroestimulação aceleram a drenagem de lactato e reduzem drasticamente o tempo de repouso entre treinos intensos

Para quem pratica corrida, ciclismo ou CrossFit, o uso da bota por 20 minutos após o esforço reduz significativamente a sensação de pernas pesadas. Além de melhorar a circulação, a compressão ajuda a reduzir edemas (inchaços) microscópicos que causam aquela dor muscular persistente nos dias seguintes ao treino.

Globus 3S: eletroestimulação sequencial para regeneração profunda

O diferencial do Globus 3S (Serial Sequential Stimulation) em relação aos eletroestimuladores comuns é a sua capacidade de gerar ondas de contração profunda. Enquanto um aparelho padrão contrai o músculo de forma estática, o sistema 3S cria uma “onda” que percorre diferentes grupos musculares em sequência.

Essa tecnologia é especialmente eficaz na fisioterapia desportiva para o tratamento de contraturas e fadiga extrema. A estimulação sequencial promove uma microcirculação tão intensa que equivale a horas de massagem manual, mas com a precisão que só a tecnologia italiana da Globus consegue oferecer para a recuperação das fibras musculares.

Por que o recovery profissional é superior ao repouso comum

O grande erro do atleta amador é acreditar que a dor é o único sinal de que o treino funcionou. Na verdade, a dor crónica é um sinal de inflamação que pode levar à perda de rendimento. O recovery profissional atua na modulação dessa inflamação, permitindo que o tecido cicatrize de forma organizada e eficiente.

Ao utilizar estas tecnologias, o atleta consegue manter um volume de treino maior com menor risco de overtraining. A ciência por trás destes aparelhos foca na homeostase, ou seja, no retorno rápido do corpo ao seu estado de equilíbrio ideal, algo que o repouso passivo demora o dobro do tempo para alcançar.

Como integrar a tecnologia na sua rotina de performance

Não é necessário ser um profissional para beneficiar destes protocolos. Em centros avançados como a Clínica Avanttos, o uso da bota pneumática e do Globus 3S é integrado após avaliações biomecânicas. O segredo está na frequência: utilizar o recovery nos dias de treinos mais longos ou após competições garante a longevidade desportiva.

Saiba como nos encontrar:

Se o seu objetivo em 2026 é baixar o seu tempo numa maratona ou simplesmente treinar sem dores constantes, investir em sessões de tecnologia assistida é o caminho mais curto. A tecnologia de elite já não está nos bastidores das grandes ligas; ela está disponível para todos que levam a sério a sua saúde e performance física.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

Revelado o porquê de sentirmos dores depois de treinar pesado na academia mesmo depois de dias

Muitas pessoas acreditam que a dor muscular logo após o exercício é o principal sinal de progresso, mas o verdadeiro pico de desconforto costuma ocorrer apenas 24 ou 48 horas depois. Esse fenômeno, conhecido cientificamente como Dor Muscular de Início Tardio (DOMS), não é um sinal de lesão, mas sim uma resposta biológica complexa de reparação.

Esse “atraso” ocorre porque o corpo leva tempo para recrutar células de defesa que limpam e reconstroem as microlesões causadas pelo esforço. Entender esse ciclo é fundamental para quem busca hipertrofia ou performance sem comprometer a saúde das articulações.

O que acontece no músculo durante o “pico” de dor

A dor que você sente dois dias após a academia é resultado de microtraumas nas fibras musculares. Durante o exercício, especialmente em movimentos excêntricos (como descer o peso), as proteínas que compõem o músculo sofrem pequenas rupturas que liberam substâncias químicas no tecido.

Homem segurando o próprio braço com dores em academia
Homem segurando o próprio braço com dores em academia – Créditos: depositphotos.com / MikeEdwards

Esse processo atrai água para a região, gerando um leve edema que pressiona os receptores de dor. Diferente de uma cãibra ou estiramento, a DOMS é um sinal de que o tecido está sendo remodelado para se tornar mais forte e resistente a estímulos futuros.

A função dos macrófagos na regeneração tecidual

Estudos publicados em abril de 2025 pela FAPESP trouxeram uma nova perspectiva: a atividade física transforma células do sistema imune, chamadas macrófagos, em agentes anti-inflamatórios potentes. Esse processo é o que impede que uma dor aguda de treino se transforme em uma inflamação crônica.

Essas células não apenas removem os restos de fibras danificadas, mas também liberam fatores de crescimento que “ordenam” a criação de novas proteínas. Por isso, a fisioterapia esportiva moderna defende que a inflamação controlada é necessária para o ganho de massa muscular.

Dor “boa” vs. Lesão: como identificar os sinais de alerta

Saber diferenciar o desconforto do crescimento de uma lesão real é vital para a longevidade no esporte. A dor tardia comum é bilateral (sente-se nos dois braços ou pernas), surge apenas ao movimentar o músculo e diminui após um aquecimento leve.

Já os sinais de alerta incluem dor em apenas um lado do corpo, inchaço visível em uma articulação específica ou dor aguda mesmo em repouso. Nestes casos, a avaliação de um fisioterapeuta é indispensável para evitar que um pequeno estiramento se torne uma ruptura completa.

Recuperação ativa e métodos de recovery profissional

Embora o instinto seja ficar parado, o repouso absoluto pode, na verdade, prolongar a dor. A recuperação ativa — como uma caminhada leve ou natação — aumenta o fluxo sanguíneo, ajudando a remover os resíduos metabólicos de forma mais rápida e eficiente.

Para atletas e praticantes frequentes, o uso de tecnologias de recovery, como as botas pneumáticas e a liberação miofascial, acelera esse processo. Clínicas especializadas, como a Avanttos, utilizam esses protocolos para “limpar” a musculatura, permitindo que o paciente retorne aos treinos com menos desconforto e mais segurança.

Este artigo foi revisado por: Dra Celia Sandrini

Dra Celia Sandrini

CREFITO 14.700F

Phd em Prevenção de Lesões

Instagram

Cinco alongamentos de 3 minutos para fazer antes de sair da cama e evitar dores

Mulher fazendo alongamento na cama
Rotina matinal rápida ajuda a despertar o corpo e protege a coluna contra tensões diárias, segundo especialistas em fisioterapia – Créditos: depositphotos.com / serezniy

Acordar com o corpo rígido ou sentindo dores na coluna é um sinal de que sua musculatura precisa de estímulo imediato. Realizar alongamentos de 3 minutos antes mesmo de levantar da cama ajuda a lubrificar as articulações e prevenir lesões ao longo do dia.

Segundo especialistas em fisioterapia, essa prática melhora o fluxo sanguíneo e prepara o sistema nervoso para as atividades rotineiras. Confira a seguir uma sequência simples para transformar seu despertar em 2026.

Abraço de joelhos para aliviar a lombar

O primeiro movimento foca no relaxamento da região lombar, que costuma ficar tensionada após horas na mesma posição. Deitado de costas, traga os dois joelhos em direção ao peito e segure-os suavemente com as mãos.

Mantenha a posição por 30 segundos enquanto respira profundamente, sentindo a coluna vertebral se acomodar no colchão. Esse exercício ajuda a descomprimir as vértebras e reduz a sensação de “peso” nas costas ao levantar.

Rotação de tronco para mobilidade da coluna

A mobilidade rotacional é essencial para evitar travamentos durante movimentos bruscos do dia a dia. Com os joelhos dobrados e os pés apoiados na cama, deixe as pernas caírem para um lado enquanto gira a cabeça para o lado oposto.

Permaneça 15 segundos de cada lado, garantindo que os ombros fiquem em contato com a superfície. Esse estímulo é fundamental para a saúde articular e ajuda a “despertar” os nervos da região central do corpo.

Alongamento piriforme para relaxar os quadris

Muitas dores que parecem vir da coluna na verdade têm origem na tensão dos quadris e glúteos. Cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto, formando o desenho de um “4”.

Puxe levemente a coxa da perna de apoio em direção ao tronco até sentir um alongamento suave. Segure por 20 segundos em cada perna para liberar o nervo ciático e melhorar a amplitude de movimento.

Outros exercícios sem sair da cama na prática